quinta-feira, 21 de junho de 2012

Campanha “O Futuro é Verde e Azul” mobiliza participantes da Rio+20


© UNESCO/Isabel de Paula

A campanha “O Futuro é Verde e Azul” (em inglês “The Future is Green & Blue”) tomou conta das ruas do Rio de Janeiro, cidade Sede da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Desde o desembarque no Aeroporto Internacional do Galeão ou no Santos Dumont até o Riocentro, local do encontro oficial, passando pelas ruas que levam aos eventos paralelos, os participantes da Rio+20 podem apreciar as peças de mídia e o mobiliário urbano que enfeitam a cidade com as mensagens da Campanha. À noite, o Cristo Redentor, um dos pontos turísticos mais conhecidos do Rio, ilumina o céu com as cores verde e azul.
O impacto da Campanha pode ser sentido da zona Sul aos bairros da periferia carioca. Cartazes, tótens, painéis em bancas de revistas e projeção de luzes nos Arcos da Lapa, região histórica do Rio, além da iluminação no Corcovado, lembram o compromisso da UNESCO com o desenvolvimento sustentável e com o respeito aos direitos humanos e à natureza, valorizando o caminho da educação.


A vez dos estudos populacionais

Abep lança livro que debate questões ligadas à sustentabilidade

do Jornal da Unicamp
Enquanto transcorre a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que vai até 22 de junho na cidade do Rio de Janeiro, a Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep) lança um livro que traz importantes contribuições para o debate acerca dos problemas relacionados às mudanças ambientais globais. A obra, editada pelo professor George Martine e coorganizada por Ricardo Ojima, Alisson Flávio Barbieri e Roberto Luiz do Carmo, reúne uma série de artigos escritos por especialistas de diferentes áreas, tanto de dentro quanto de fora da comunidade científica. “O livro pretende oferecer reflexões que ajudem na formulação de uma agenda brasileira, mas também tem a pretensão de estabelecer um diálogo mais amplo com a sociedade”, afirma Martine.

Fortalecimento da mulher é caminho para sustentabilidade, mostra projeto em favela do Rio

Mulher tem papel decisivo no consumo dentro da família e no crescimento populacional. Projeto na comunidade da Cachoeirinha, Rio de Janeiro, quer levar à Rio+20 sua contribuição ao debate sobre futuro do desenvolvimento.
Favela Cachoeirinha
A favela da Cachoeirinha, no Rio de Janeiro, não tem uma realidade diferente de outras regiões pobres do Brasil. Seus 37 mil habitantes convivem com falta de infraestrutura, violência e baixo nível educacional. A área ainda é dominada pelo narcotráfico. Na entrada da comunidade, sofás velhos inibem a passagem de carros e pessoas desconhecidas dos moradores. A vigilância é feita do alto pelos traficantes.

LANÇAMENTO DA CAMPANHA PELO TERROTÓRIO TRADICIONAL PESQUEIRO EM BRASÍLIA REUNE 2 MIL PESCADORES E PESCADORAS ARTESANAIS



Movimento dos pescadores e pescadoras artesanais lança campanha pelo território tradicional pesqueiro em Brasília
O Lançamento da Campanha Nacional pela Regularização do Território das Comunidades Tradicionais Pesqueiras reuniu 2 mil pescadores e pescadoras artesanais de 16 Estados brasileiros, reafirmando o desejo por uma lei de iniciativa popular que garanta o direito das comunidades pesqueiras sobre as terras e as águas.

com informações do Caritas e matéria do peloterritóriopesqueiro.blogspot.com

Pescadores e Pescadoras de vários estados do Brasil dos rios, açudes, estuários e do mar tinham um único objetivo: poder viver, morar, preservar e trabalhar em suas comunidades, tendo na pesca artesanal sua fonte de sustento e prática cultural. Com esse sentimento o Lançamento da Campanha Nacional pela Regularização do Território das Comunidades Tradicionais Pesqueiras aconteceu de 04 a 06 de junho, no Pavilhão de Exposição do Parque da Cidade, em Brasília / DF.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

"Estudo da Pegada Ecológica de São Paulo revela que paulistas 'consomem' quase dois planetas e paulistanos quase 2,5" - WWF


O estudo realizado pelo WWF-Brasil em parceria com os governos do estado e da cidade de São Paulo foi apresentado em um dos auditórios da Arena da Barra, no primeiro dia de programação da Rio+20. As informações serão usadas paradesenvolver ações de mobilização e de mitigação que ajudem a reduzir os impactos do consumo sobre o meio ambiente
Por Geralda Magela
Do Rio de Janeiro

A pesquisa revelou que a Pegada Ecológica média do estado de São Paulo é de 3,52 hectares globais por pessoa e de sua capital, a cidade de São Paulo, é de 4,38. Isso significa que, se todas as pessoas do planeta consumissem de forma semelhante aos paulistas, seriam necessários quase dois planetas para sustentar esse estilo de vida. Se vivessem como os paulistanos, seriam necessáriosquase 2,5 planetas.

Vencedores do Blue Planet Prize são anunciados



Thomas Lovejoy (Estados Unidos), William Rees (Canadá) e Mathis Wackernagel (Suíça) receberam, durante a RIO+20, o "Nobel do Meio Ambiente" (divulgação)


Agência FAPESP
O Blue Planet Prize de 2012 – considerado o “Nobel do Meio Ambiente” – foi concedido aos cientistas Thomas Lovejoy, da Universidade George Mason (Estados Unidos), William Rees, da Universidade de British Columbia (Canadá), e Mathis Wackernagel, da Global Footprint Network (Suíça).
Os vencedores foram anunciados no domingo (17/06) no Rio de Janeiro, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20).
Lovejoy é biólogo, consultor-chefe de biodiversidade para o presidente do Banco Mundial, conselheiro sênior do presidente da Fundação das Nações Unidas e presidente do Centro Heinz para Ciência, Economia e Meio Ambiente. É professor da Universidade de Ciência Ambiental e Política na Universidade George Mason e presidente do Instituto Yale para Estudos da Biosfera, nos Estados Unidos.

GRAP LANÇA PUBLICAÇÃO DURANTE A RIO+20


do Canal Ibase

O Grupo de Reflexão e Apoio ao Processo Fórum Social Mundial (Grap) lançou neste sábado, 16/06 no Rio de Janeiro a publicação “Outro futuro é possível“. O Ibase faz parte do Grap. Abaixo, um depoimento de José Correa, coordenador do grupo:

O texto é o resultado da edição de documentos produzidos por mais de duas dezenas de grupos de trabalho temáticos que se organizaram no processo do Fórum Social Temático: Crise Capitalista, Justiça social e Ambiental. O Fórum ocorreu em janeiro, em Porto Alegre, mas os grupos continuaram a debater e formular numa plataforma digital aberta. Um seminário de representantes dos Grupos Temáticos, realizado no Rio de Janeiro, em 9 e 10 de maio, produziu novas sínteses e definiu a estrutura final do texto.

Índios Marãiwatsédé renovam esperança de reaver terras

Assim como na Eco 92, indígenas recebem na conferência promessas de que invasores serão expulsos e área retomada
O cacique Damião Paridzané, líder dos índios xavantes de Marãiwatsédé, não consegue se acostumar com a poluição do ar no Rio de Janeiro; tem tido tonturas, dor de cabeça, fica enjoado.  Carolina, a índia que é professora da aldeia, localizada no quente interior do Mato Grosso, não se acostuma com a temperatura da cidade.  Ela reclama do frio e anda com um casaco a tiracolo.  Os dois são parte da comitiva que viajou para acompanhar de perto a Conferência das Nações Unidas para Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.  Ambos se sentem desconfortáveis em meio a tanto asfalto, mas, acompanhados dos demais integrantes da comitiva, têm marcado presença em diferentes atos, debates e negociações em curso na cidade com o objetivo de denunciar e chamar a atenção para a situação do povo Marãiwatsédé.
Cacique Damião durante a Cúpula dos Povos, no Rio de Janeiro. 


Fotos: Daniel Santini

Rio+20 - Leonardo Boff: Sobre Carta da Terra e Juventudes / About Earth's Letter and Youth

Leonardo Boff fala sobre sugestões de mudança para a Carta da Terra, e dá alguns bons conselhos aos jovens sobre como incluir a sociedade nas causas das juventudes.


terça-feira, 19 de junho de 2012

Triste realidade: a caça de mamíferos silvestres


Ibama alerta sobre caça a primatas no 
Amazonas
O Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama do Amazonas (Cetas) e o Centro de Triagem de Animais Silvestres Sauim Castanheiras, da prefeitura de Manaus estão promovendo campanhas para destinar primatas resgatados no Amazonas. Nos últimos dois anos foram registradas entradas de 47 primatas no Cetas. O centro Sauim Castanheiras, também registrou o aumento de entrada desses mamíferos. Entre as espécies recebidas está o macaco guariba vermelho (Allouata seniculus), também conhecido em outras regiões do país como bugio, gritador, uivador ou barbado.
Os dois centros de triagem estão promovendo campanhas para destinar os animais. Atualmente, estão à procura de locais para destinação de cinco indivíduos guariba vermelho, sendo uma fêmea filhote e quatro machos; dos quais dois são filhotes. Um dos macacos adultos está há dois anos sob os cuidados de profissionais do zoológico do Hotel Tropical Manaus, e o outro está sob os cuidados de um mantenedor de fauna silvestre. Os demais estão alojados no Cetas municipal.

Pavilhão Brasil se destaca na Rio+20 ao mostrar experiências brasileiras sustentáveis

Uma exposição multimídia tem chamado atenção na Conferência das Nações Unidas, a Rio+20. Trata-se do Pavilhão Brasil, um espaço construído com contêineres reaproveitáveis que mostram ações de desenvolvimento sustentável que deram certo em várias regiões do país. O espaço ocupa uma área de 4 mil metros quadrados montados com recursos naturais utilizados de forma racional. O Pavilhão mostra a evolução nos últimos 20 anos das experiências brasileiras que unem desenvolvimento econômico com inclusão social e respeito ao meio ambiente. O Pavilhão fica localizado no Parque dos Atletas no Rio de Janeiro. Mais informações em www.rio20.gov.br


POBRES SÃO OS QUE MAIS SOFREM COM AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS


As mudanças climáticas e o desequilíbrio ambiental não atingem todos os povos do mundo de forma igualitária. As consequências mais nefastas têm endereço certo: populações pobres que vivem em regiões carentes e subdesenvolvidas do Planeta.

da ARENASOCIOAMBIENTAL

Os problemas variam. Em alguns locais falta água, em outros a dificuldade está relacionada às enchentes. Para algumas populações o que amedronta são desastres naturais como furacões e tsunamis, hoje mais intensos e numerosos que outrora. Falta de alimentos em ambientes antes abundantes, como rios, mares e florestas, atingem parcela considerável da população. Em comum, os impactos nefastos impactos sobre as populações mais pobres do Planeta

7397606448_0495b5284b_bVandana Shiva, física, ecofeminista e ativista indiana: “a pobreza, assim como as mudanças climáticas, não é um fenômeno natural. É uma situação ditada pelas políticas econômicas e financeiras dos grandes grupos mundiais”.

No debate “Adaptação às mudanças climáticas” foram discutidas alternativas para combater e evitar estas consequências, em escala planetária. A engenheira agrônoma Rivaneide Lígia Almeida Matias ressaltou, via web, a importância das cisternas no semiárido na garantia de água para beber e cozinhar – algo básico para muitos mas ainda distante para parte considerável da população mundial.

“Nunca foi tão necessário ser global e específico ao mesmo tempo”, resumiu o biólogo e ecologista, diretor do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) Paulo Moutinho. “A mudança climática do Planeta é o maior problema socioambiental que a humanidade já criou e sua solução exige mudanças efetivas de comportamento”, provocou.

VOLUNTÁRIOS AJUDAM A PROTEGER ABROLHOS


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O Parque Nacional (Parna) Marinho dos Abrolhos, localizado no litoral sul da Bahia, seleciona todos os meses, desde agosto do ano passado, voluntários para serviços nas atividades de apoio ao uso público executadas no Centro de Visitantes e no Arquipélago dos Abrolhos. Para concorrer a uma vaga, é necessário ser maior de 18 anos e ter interesse em contribuir nas ações de educação e conservação ambiental.
O tempo de duração do voluntariado varia entre 15 e 30 dias e conta com a participação,  principalmente, de estudantes de nível médio e superior. Em 2011, além de estudantes da região de Caravelas, que são alunos do Curso Técnico em Guia de Turismo, foram escolhidos jovens de instituições de pesquisa de estados como Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.    

IDS 2012 na Rio+20: Brasil avança rumo ao desenvolvimento sustentável, mas ainda tem muitos desafios a enfrentar


Os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – IDS 2012, que o IBGE lança durante a Rio +20, traçam um panorama do país, em quatro dimensões: ambiental, social, econômica e institucional. Os 62 indicadores, produzidos ou reunidos pelo IBGE, mostram ganhos e fragilidades. Entre os ganhos, incluem-se: a redução, em seis anos, de cerca de 77% no desflorestamento bruto anual da Amazônia Legal, o aumento do número de áreas protegidas, a queda da mortalidade infantil, pela metade, em uma década, e o acesso crescente às redes de água e esgoto e aos serviços de coleta de lixo. Entre as fragilidades, temos a permanência das desigualdades socioeconômicas e de gênero. Perto da metade dos indicadores aponta resultados favoráveis, parte deles com algum tipo de ressalva. Assim, a maioria dos poluentes do ar, em áreas urbanas, registrou tendência estacionária ou de declínio, mas os valores ainda são altos em algumas cidades e regiões metropolitanas, acima até dos padrões estabelecidos.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

MUSEU GOELDI NA RIO+20


Premiados na IV Olimpíada de Ciências realizada pelo Museu Goeldi na Floresta Nacional de Caxiuanã, os estudantes Odilon Balieiro e Solangia dos Santos estão na Rio +20 para relatar experiência de estudar no interior da Amazônia

Agência Museu Goeldi
Um armazém cheio de ideias, informação, tecnologia e conhecimento é o que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) preparou para o público participante da Rio +20. O Museu Paraense Emilio Goeldi, unidade de pesquisa do MCTI, é uma das instituições presente ao evento e apresentará diversos trabalhos no Armazém da Popularização da Ciência, Pier Mauá, no Rio de Janeiro, sede da Conferência Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável que acontece até a sexta-feira, dia 22 de junho, no Rio de Janeiro.
A exposição “Amazônia Desconhecida” e apresentação de vídeos, bem como distribuição de publicações são iniciativas que compõem a contribuição do Museu Goeldi às discussões da Conferência Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio +20.
Revelando a Amazônia
O objetivo da exposição é apresentar uma proposta de trabalho para identificação de novas espécies, chamada de “Censo de Biodiversidade”, que pretende organizar o conhecimento acerca da diversidade biológica, informar a sociedade sobre sua riqueza, identificar espécies ameaçadas de extinção e os fatores de ameaça e também identificar avanços e lacuna no conhecimento e as áreas prioritárias para novas pesquisas. A intenção do Censo, com a adesão de outras instituições de pesquisa do Brasil, é contemplar todos os biomas brasileiros.

Esculturas de sucata alertam para a sustentabilidade na Unesp


Exposição “Ser ou não ser lixo, a visão” vai até o dia 22 de junho, na Fazenda Lageado

Como parte das comemorações do 47º aniversário da Faculdade de Ciências Agronômicas da Unesp em Botucatu, a Biblioteca da Fazenda Lageado recebe até 22 de junho a exposição “Ser ou não ser lixo, a visão”, com obras do artista plástico Alberto Pinheiro. Por meio de suas esculturas, o artista pretende mudar a concepção da maioria das pessoas sobre o que é lixo, tocando assim em questões ecológicas e de sustentabilidade.
Alberto é natural de Uberaba, Minas Gerais, mas reside em Botucatu há cerca de dez anos. Seu trabalho, dotado de sensibilidade e delicadeza, contrasta com o material bruto utilizado para fazer suas esculturas, em sua maioria, materiais metálicos garimpados em algum ferro-velho da cidade.

FAPERJ anuncia o resultado final do edital de Apoio a Inovação Tecnológica e Social – 2012



Tecnologia Social: 31 novos projetos


Produtos, métodos ou técnicas que tragam soluções efetivas a algum tipo de problema social, desenvolvidas com simplicidade, baixo custo, replicabilidade e impacto em determinadas faixas da sociedade, a tecnologia social é o conceito que tem norteado diversas iniciativas apoiadas pela Fundação. Nesta quinta, 14 de junho, ao divulgar o resultado final do programa de Apoio ao Desenvolvimento de Modelos de Inovação Tecnológica e Social – 2012, a FAPERJ anuncia que, dos 36 novos projetos pré-selecionados na primeira fase, 31 foram contemplados.
As propostas aprovadas serão desenvolvidas sobre temas prioritários – como agricultura familiar e/ou cooperativada; hortas comunitárias; pecuária familiar e/ou cooperativada; aquicultura; processos agroecológicos; fornecimento de água potável para pequenas comunidades; produção de alimentos e fitoterápicos; segurança alimentar e nutricional; saneamento básico; habitação de baixo custo; energia para pequenas comunidades e consumidores isolados; confecções e moda têxteis com produção comunitária; produção de cerâmicas e de bens minerais; e artesanato. Para tanto, os projetos contemplados dividirão recursos da ordem de R$ 3 milhões. Tais recursos se destinam a custear despesas de capital, como a aquisição de material permanente e equipamentos, e despesas de custeio, em que se enumeram material de consumo, reformas e adaptações de infraestrutura e instalações, serviços de terceiros (pessoas físicas e jurídicas) com caráter eventual, diárias e passagens e despesas de importação.

Rio+20: Varas Ambientais Federais são destaques no estande do Amazonas



da FAPEAM

O estande do Amazonas no espaço Amazônia Brasileira, no Parque dos Atletas, na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável - Rio+20, tornou-se democrático quando se fala em defender a região. A partir deste sábado, 16/06, a área de 25 metros quadrados será dividida com o Tribunal Regional Federal 1ª. Região (TRF1), que desde 2010, atua com seis Varas Especializadas implantadas para punir crimes ambientais na Amazônia.

O TRF1 julga os crimes em 13 estados brasileiros e no Distrito Federal, dentre os 13 estados, estão os nove Estados da Amazônia Legal. “Acreditamos que com um evento dessa natureza seria importante mostrar que o Tribunal também está defendendo a Amazônia, por meio das seis Varas Federais Especializadas em Direito Ambiental e Agrário”, explicou a Analista Judiciária do TRF1, Tatiana Roveré.

Paisagista alemão sugere transformar o lixo orgânico em adubo com ajuda de minhocas


Enquanto os brasileiros começam a se preocupar em separar o lixo seco para reciclagem, um ativista chama a atenção para o lixo orgânico. Composto por restos de comida, cascas de frutas e de legumes, os rejeitos podem se transformar em adubo antes mesmo de serem descartados, mas com ajuda de minhocas, explica o paisagista alemão Manfred Bert.
Localizado em um dos lugares de maior movimento na Cúpula dos Povos, evento paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), Bert apresenta suas minhocas e explica a estratégia para fazer adubo em casa. “Basta pegar duas caixas de madeira que sobram nas feiras, forrar com uma tela de mosquiteiro, colocar terra, lixo orgânico e as minhocas.”

Máquina que fabrica tijolo ecológico é atração na Rio+20

Empresa de Campo Grande participa da Feira do Empreendedor do Sebrae
Eduardo Moraes, gerente-técnico da Eco Máquinas, que participa da Rio+20Uma máquina para fabricação de tijolos, blocos e pisos ecológicos é uma das atrações mais procuradas pelo público e por empreendedores em busca de alternativas de negócio na Feira do Empreendedor do Sebrae, no Aterro do Flamengo, na zona sul da cidade.O evento integra a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. 
A produção é limpa e utiliza como matéria-prima uma mistura de ferro e cimento ou resíduos de construção triturados. “Cada mil unidades do tijolo ecológico evita o corte de 20 árvores de médio porte, já que no processo convencional seria preciso queimar argila e alimentar os fornos com madeira”, explica o gerente-técnico da  Eco Máquinas, Eduardo Silva Moraes.

sábado, 16 de junho de 2012

CAMPANHA PARA ESCOLHA DO NOME DO FILHOTE DE PEIXE-BOI



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O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lança uma campanha até o final da Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que vai até o dia 22 de junho, na cidade do Rio de Janeiro.
Há dois meses nasceu no Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos do ICMBio (CMA/ICMBio), um filhote de peixe-boi do sexo masculino. Pesando 30 kg, com 1,22 m de comprimento, ele está em boas condições de saúde, mamando e nadando bastante. Sua mãe é a fêmea Xuxa, que vive na sede do CMA/ICMBio, em Itamaracá (PE), após ter sido encontrada encalhada ainda filhote no município de Beberibe (CE), em 1987, e passado cinco anos em reabilitação na Escola Superior de Agronomia de Mossoró, no Rio Grande do Norte.
Agora, o ICMBio precisa da sua ajuda para dar nome ao filhote da Xuxa. Para isso, acesse a página do ICMBio no Facebook, veja as regras da campanha e concorra a um kit exclusivo com os seguintes itens: um peixe-boi de pelúcia tamanho GG; uma camiseta ecológica adulto tamanho M; os livros “Aprendendo com o Peixe-Boi” e “Projeto Peixe-Boi/ICMBio – 30 anos de conservação de uma espécie ameaçada”, além de duas canetas e uma garrafa squeeze do peixe-boi marinho. A campanha é realizada em parceria com o Instituto Mamíferos Aquáticos (IMA).
Use a criatividade e participe!
Comunicação ICMBio

Cientistas pedem avanços em medidas de proteção à vida marinha


"Para que esses processos internacionais sejam levados a sério, os governos precisam ser responsabilizados e qualquer comprometimento futuro deve vir acompanhado de planos claros para implementação e de um processo para avaliar o sucesso ou o fracasso."
Promessas
Os pesquisadores avaliaram os vários compromissos assumidos na Rio-92 e, dez anos depois, na Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, em Johanesburgo.
Os governos prometeram estabelecer uma rede ecologicamente viável de reservas marinhas até 2012, eliminar subsídios que contribuem para pesca ilegal, proteger habitats cruciais, cuidar das necessidades de pescadores locais e restaurar estoques de pescados a níveis saudáveis até 2015.

Tamar lança campanha no Dia Internacional das Tartarugas Marinhas

O dia é celebrado neste sábado (16) com o lançamento da campanha 'Galera da Praia'
Neste sábado (16), dia internacional das tartarugas marinhas, o Projeto Tamar lança a campanha 'Galera da Praia'. Através dela, cinco tartarugas marinhas chamadas Dermón, Cabeção, Kelly Pente, Nana e Oliver, vão promover a conscientização ambiental, incentivar a preservação e levar conhecimento sobre estes animais.
Segundo Neca Marcovaldi, coordenadora técnica nacional do projeto Tamar, a ideia é trazer para as pessoas de uma forma divertida e lúdica, informações sobre as tartarugas marinhas e curiosidades sobre os ciclos de vida destes animais. "É uma tentativa divertida de aproximar as pessoas das tartarugas marinhas", explica. 

Cada personagem representa uma espécie de tartaruga (cabeçuda, de pente, verde, oliva e de couro). A forma como os animais vão aparecer ainda está sendo pensada. A ideia, de acordo com a coordenadora, é veicular como história em quadrinhos e utilizar os personagens na sinalização do centro de visitantes, em cartazes e na sinalização das praias.

Esta é a 'Galera da Praia'

Carta de princípios escolares para um mundo sustentável


Logo Rio  20
ESCOLAS TEM DEZ ANOS PARA ADOTAR PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS

A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que se realiza neste mês de junho, tem mobilizado não só chefes de Estado e ativistas de todo o mundo. Os professores da rede pública da cidade do Rio de Janeiro também se mobilizam para desenvolver, junto aos alunos, trabalhos pedagógicos voltados à construção de hábitos e valores que contribuam com a sustentabilidade do planeta. Para orientar essas ações, a Secretaria Municipal de Educação (SME) elaborou a Carta de Princípios Escolares para um Mundo Sustentável, que propõe inúmeras práticas a serem incorporadas pelas escolas nos próximos dez anos.
Os 20 princípios da Carta giram em torno de recomendações que devem ser perseguidas por cada unidade escolar: da formulação teórica do Projeto Político Pedagógico da escola a propostas concretas de redução do desperdício e reutilização dos materiais. Entre vários outros princípios, o documento propõe, ainda, que as escolas busquem parcerias com universidades e instituições públicas, privadas e do terceiro setor, a fim de colocar em prática ações voltadas à sustentabilidade.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Plataforma global para pesquisa em sustentabilidade é lançada na RIO+20


Com duração de dez anos, “Future Earth” apoiará pesquisas que permitam responder aos desafios das mudanças ambientais e do desenvolvimento sustentável. FAPESP integrará os esforços mundiais

Por Elton Alisson, do Rio de Janeiro/Agência FAPESP 
Uma plataforma global para pesquisa em sustentabilidade foi lançada durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20), nesta quinta-feira (14/06), por uma aliança formada pelos principais agentes internacionais da ciência, agências de financiamento à pesquisa e organismos vinculados à Organização das Nações Unidas (ONU). 
Denominada “Future Earth” (“Terra do futuro”), trata-se de uma iniciativa com duração de dez anos para apoiar pesquisas que resultem no conhecimento necessário para responder eficientemente aos impactos das mudanças ambientais globais. O lançamento foi feito no “Forum on Science, Technology and Innovation for Sustainable Development”, realizado na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

Especialistas brasileiros e estrangeiros discutem geração de energia elétrica no Brasil

Setor Elétrico Brasileiro e Sustentabilidade no século 21: Oportunidades e Desafios acontecerá no Rio de Janeiro, em 18/6, como parte das atividades paralelas à Rio+20, terá dois painéis e marcará o lançamento de publicação sobre o tema

Em 18 de junho, como parte das atividades paralelas à Rio+20, acontece no Rio de Janeiro o simpósio Setor Elétrico Brasileiro e Sustentabilidade no século 21: Oportunidades e Desafios, com o objetivo de fomentar o diálogo entre especialistas, governo, setor privado e sociedade civil a respeito de experiências inovadoras e novas formas de geração de energia no Brasil. O evento marcará, também, o lançamento de uma publicação a respeito do tema e levantará questões como a capacidade de a energia solar e eólica atenderem à crescente demanda por eletricidade; barreiras, oportunidades empresariais e de investimento nos mercados emergentes de energia limpa e estudos de casos internacionais sobre energia renovável que podem ser aplicados ao atual panorama energético brasileiro.

Cientistas pedem que pelo menos 10% do mar seja protegido

O Brasil está longe de atingir as metas internacionais de proteção ao mar na sua área de exploração costeira.

De acordo com cientistas reunidos nesta quarta-feira no Fórum de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável, uma espécie de Rio+20 paralela da ciência, menos de 1% da zona de exploração costeira do Brasil está protegida.
A taxa está distante das metas internacionais estabelecidas há dois anos pelo Protocolo de Nagoya.
O documento define que até 2020 pelo menos 10% da zona de exploração do mar de cada país deve estar protegida.
“O problema é não temos avanços. Recentemente adiamos a ampliação do Parque Nacional Marinho de Abrolhos [entre a Bahia e o Espírito Santo]“, disse o biólogo da USP Carlos Alfredo 
Joly, coordenador de um programa de pesquisa sobre a biodiversidade paulista financiado pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

Aldeia Nova Terra organiza Produtora Cultural Colaborativa é Palco Livre na RIO+20


Ecovila que implementa um conjunto de tecnologias sustentáveis e integra o conjunto de territórios da Cúpula dos Povos convoca artistas e ativistas de cultura digital e software livre
Imagem do canal
A Aldeia Nova Terra é um território da Cúpula dos povos onde é possível viver na prática uma alternativa sustentável de mundo. Repensando uma forma de viver em comunidade e trocar conhecimentos e boas práticas em sintonia com a mãe terra e com todos os seres vivos que habitam nosso planeta.


A Aldeia Nova Terra está localizada a 1,5km do Rio Centro na Estrada dos Bandeirantes, num. 10.636 e é cercada de natureza exuberante com uma vegetação de mata atlântica, viva, diversa e verde que faz parte de uma área de 180.000m2 dentro do Sitio das Pedras em Vargem Pequena e colada ao Maciço da Pedra Branca.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

ONU ao vivo - Delegação brasileira - Conferência de Imprensa, Rio +20

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA


14 de junho de 2012 - Palestrante:. HE Sr. Luiz Alberto Figueiredo Machado, Secretário Executivo da Comissão Nacional brasileiro para a Rio +20 Conferência 
Moderador: Rodrigo de Lima Baena Soares, assessor de imprensa do Comitê Organizador Brasileiro


Austrália vai criar a maior reserva marinha do planeta

O Governo australiano anunciou hoje planos para criar a maior rede mundial de parques marinhos para proteger a vida no oceano, com limites impostos à pesca e exploração de petróleo e gás ao largo da costa.
com informações da RTP notícias
As novas reservas irão abranger 3,1 milhões de quilómetros quadrados ou mais de um terço das águas australianas.
Este anúncio surge depois de anos de planejamento e consulta e antes do arranque da conferência Rio+20 sobre Desenvolvimento Sustentável, que terá lugar na próxima semana no Brasil.
"É tempo de o mundo dar um passo em frente no que se refere à proteção dos nossos oceanos e a Austrália lidera hoje esse próximo passo", afirmou o ministro australiano do Ambiente, Tony Burke, durante os preparativos para a conferência Rio+20.
Burke explicou que "esta nova rede de reservas marinhas vai ajudar a garantir que o ambiente marinho diversificado da Austrália, e a vida que ele suporta, se mantêm saudáveis, produtivos e resistentes para as gerações futuras".

Escritório da ONU conta custo de 20 anos sem ações contra mudanças climáticas e redução de riscos

Foram um milhão e 300 mil mortos, 4,4 bilhões afetados e US$ 2 trilhões em perdas econômicas.
A representante especial do Secretário-Geral para Redução do Risco de Desastres, Margareta Wahlström, pediu hoje (13/6) aos Estados-Membros da ONU que enfrentem as realidades do impacto humano e econômico de desastres desde a Cúpula da Terra no Rio de Janeiro, vinte anos atrás.
“Espero que a Conferência das Nações Unidas deste mês sobre o desenvolvimento sustentável tenha em conta as perdas que este planeta sofreu nos vinte anos desde a última conferência desse tipo. Durante esse tempo vimos um recorde em perdas econômicas, um grande número de pessoas mortas e bilhões deslocadas, feridas ou desabrigadas por causa da crescente exposição a eventos extremos, alimentados pela rápida urbanização, pobreza, degradação ambiental, mudanças climáticas e falta de boa governança”, disse Wahlström.

Programação científica do Amazonas chama atenção na Rio+20


Pavilhão do estande da Amazônia Brasileira tem vasta programação científica na Rio +20

A atuação e expectativa de pesquisadores que desenvolvem projetos na área de desenvolvimento sustentável é o diferencial da programação do Estado do Amazonas na Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) que acontece até o dia 22/06, no Rio de Janeiro, no Parque dos Atletas.

Cientistas renomados que atuam com temáticas ambientais e amazônicas, como o doutor em Ciências Agrárias e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Estevão Vicente Monteiro de Paula, o doutor em Ciências da Engenharia Ambiental e pesquisador da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Carlos Edwar e o doutor em Biologia de Água Doce e Pesca Interior e diretor do Inpa, Adalberto Val, estarão participando de palestras, mesas redondas que compõem a programação da Conferência Rio +20.

FAPESP apresenta à comunidade científica internacional questões fundamentais para a RIO+20


Em fórum que precede a RIO+20, iniciativas importantes para a conferência são apresentadas por coordenadores de programas sobre mudanças climáticas, biodiversidade e bioenergia (FAPESP/Wikimedia)

Por Fábio de Castro, do Rio de Janeiro/Agência FAPESP
 Três grandes iniciativas da FAPESP, que estabeleceram uma nova abordagem em termos de organização científica, foram apresentadas à comunidade científica internacional no “Forum on Science, Technology and Innovation for Sustainable Development”, realizado esta semana no Rio de Janeiro: o Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG), o BIOTA-FAPESP e o Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN).
O fórum, organizado pelo Conselho Internacional para a Ciência (ICSU, na sigla em inglês), tem o objetivo de debater uma nova agenda científica internacional para o período que se seguirá à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20), após seu encerramento no dia 22 de junho.

PRODUTOS SUSTENTÁVEIS SÃO ATRAÇÃO NA PRAÇA DA SOCIOBIODIVERSIDADE

Artesanato, alimentos e cosméticos dos biomas Mata Atlântica, Amazônia, Caatinga e Cerrado serão comercializados por agricultores familiares, indígenas e povos tradicionais na Arena Socioambiental.
foto matéria praça 
Quase 14 mil famílias estão envolvidas na coleta, extração e fabricação dos produtos que serão comercializados na Praça da Sociobiodiversidade, montada na Arena Socioambiental, no Aterro do Flamengo, durante a Rio+20. A partir de sábado (16/06), a praça estará aberta ao público para compra de artesanato, alimentos e cosméticos feitos com materiais dos biomas Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia e Caatinga.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Manifesto Pró-UCS Marinhas no Brasil visa cobrar do governo maior atenção à conservação da vida marinha no Brasil. Lançamento será na Rio+20

O Brasil, que assumiu metas internacionais de proteção de 10% de suas áreas marinhas, não tem nada a apresentar
 

Pouco lembrados nas pautas ambientais do governo e até mesmo na programação oficial da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável – Rio+ 20, os ecossistemas marinhos ganham um aliado de peso durante a Conferência: o Manifesto Pró-UCs Marinhas no Brasil, encabeçado por instituições como a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, a Conservação Internacional, o Greenpeace, o Instituto Baleia Jubarte, e um grupo de outras 20 instituições comprometidas com a criação e a implementação de unidades de conservação (UCs) na área marinha do País. O objetivo do grupo é solicitar ao governo brasileiro prioridade no cumprimento das metas assumidas internacionalmente pelo governo brasileiro para proteção destes biomas. O documento lembra que os ecossistemas marinhos são os menos protegidos do Brasil, estão entre os mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas globais, seja pelo aquecimento global ou pela acidificação da água do mar, entre outros motivos, e apresentam grandes percentuais de espécies únicas e ameaçadas de extinção.

Pnuma aponta para investimentos recordes em energias renováveis

De acordo com relatório da agência, aumento foi de 17% no ano passado, totalizando US$ 257 bilhões; Brasil investiu 8% a mais no setor.
Paineis solares
Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.
O Brasil investiu 8% a mais em energias renováveis no ano passado, na comparação com 2010. Segundo dados do Programa da ONU para o Meio Ambiente, Pnuma, o país aumentou os investimentos no setor para US$ 7 bilhões, ou mais de R$ 14 bilhões.
Os paineis solares foram a fonte de energia renovável mais escolhida pelos investidores globais no ano passado, ultrapassando a energia eólica.
Novos Mercados
Já os financiamentos mundiais em energias renováveis atingiram o valor recorde de US$ 257 bilhões em 2011. Os números estão em dois novos relatórios do Pnuma.

Pesquisadores da Unesp palestram durante a Rio+20




Começa hoje (13/06) o que promete ser o maior evento sobre questões ambientais dos últimos anos: a Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável). A iniciativa marca 20 anos desde a ECO-92, que, assim como esta, também foi sediada no Rio de Janeiro. Entre as diversas participações de alunos e professores da Unesp no encontro, está o evento Hotspots sócio-climáticos no Brasil / Socio-climatic hotspots in Brazil, credenciado pelo Itamaraty (Ministérios das Relações Exteriores) e promovido pelo ecologista David Lapola, professor do Instituto de Biociências, Câmpus de Rio Claro.
Segundo Lapola, a palestra abordará a problemática das mudanças climáticas globais, identificará locais com alta vulnerabilidade social às mudanças climáticas no Brasil e proporá uma comunicação eficiente dessas questões aos tomadores de decisão e à sociedade. A apresentação aberta ao público geral será em linguagem não-científica, embora baseada nos estudos mais atuais sobre o tema. O local do evento é o Auditório 1 do Píer Mauá, no Centro do Rio de Janeiro.

Durante a Rio+20 organizações da sociedade civil e comunidades impactadas, promovem visitas a empreendimentos industriais tóxicos.


De 15 a 17 de junho, comunidades e entidades da sociedade civil guiarão ativistas, jornalistas e pesquisadores por três empreendimentos de forte impacto socioambiental na região metropolitana do Rio de Janeiro. 
O objetivo do grupo é mostrar que, na mesma cidade que promete redefinir os marcos ambientais do planeta, estão sendo erguidos ou tocados uma série de megaprojetos na contramão do discurso oficial.

A jornada, batizada de Rio+Tóxico, visitará Santa Cruz, Duque de Caxias e Magé, áreas afetadas pela siderúrgica ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA) e pela refinaria de Duque de Caxias REDUC-Petrobrás. Outros destinos são a Área de Proteção Ambiental de São Bento e o Aterro Metropolitano de Jardim Gramacho, o maior da América Latina. Os visitantes participarão de reuniões e visitas, e poderão fazer entrevistas com lideranças e moradores locais. Os ônibus partem da sede do
BNDES, no Centro do Rio, de onde sai também grande parte do financiamento desses empreendimentos tóxicos.
Acesse o site e saiba mais: http://riotoxico.hotglue.me/

Convite Comunidades Catalisadoras na Rio+20


Durante a Cúpula dos Povos da Rio+20, a Comunidades Catalisadoras (ComCat) é responsável por três atividades e pedimos ajuda aos nossos amigos e colaboradores para presenciarem e divulgarem! Acompanhem também nossas recomendações diariamente através do Facebook e Twitter.


Dia 15 (6a-feira): 16h30-18h30 
LANÇAMENTO, FERRAMENTAS E DEBATE
Lançamento do Vídeo "Favela Como Modelo Sustentável", apresentação das ferramentas da Ecocity Builders e debate com lideranças de favelas do Rio de Janeiro. Local: (sala tenda) t1d Sala Dragão do Mar - Território do Futuro
bicicletas
Favela é mesmo um problema? Ou encontramos nelas boas práticas de sustentabilidade surgidas de forma orgânica e outras qualidades importantes para o dia de hoje? Venha ver o vídeo que a ComCat preparou desde fevereiro em 8 comunidades cariocas, seguido por um debate com as comunidades participantes.