terça-feira, 19 de janeiro de 2010

MANDIOCA: A BASE DA ALIMENTAÇÃO DO POVO AMAZÔNICO




“A mandioca é a base da alimentação da população amazônica, tanto na cidade como no interior. É difícil existir uma casa onde não há farinha como complemento alimentar. Para as famílias pobres, principalmente do interior, ela é a base do ‘chibé’”, conta o pesquisador Jorge Oliveira, do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPeg), se referindo à mistura de água e farinha que chega a ser a principal refeição do dia em comunidades de baixa renda.



Um estudo desenvolvido no Museu Goeldi, com foco na comunidade de Vila da Penha (município de Maracanã, microrregião do Salgado, nordeste do Pará), concluiu que a mandioca é a espécie que ocupa a maior área de cultivo da região.


A pesquisa se concentrou nos roçados, unidades onde se desenvolvem atividades de agricultura e se constituem em sistemas de subsistências e de produção. Agricultores estabelecem seus roçados em áreas de vegetação secundária numa atividade primordialmente familiar, mas que também pode contar com mão-de-obra contratada como diarista.


O objetivo da pesquisa foi identificar as plantas cultivadas e os modos (técnicas) de cultivo nos roçados da região do nordeste paraense para fazer a posterior comparação com as demais regiões do estado. Desenvolvida por Denize de Oliveira Rosário, bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) do Mpeg, sob orientação do pesquisador Jorge Oliveira, é intitulada “Levantamento das espécies vegetais cultivadas em roçados na comunidade de Vila da Penha – Maracanã/PA”.


“A mandioca é a espécie mais importante cultivada nos roçados (de Vila da Penha) e tem papel preponderante na socioeconomia local, por meio da venda dos diversos produtos derivados”, lembra Denize. A goma, o tucupi, a farinha e o beiju são alguns desses produtos que puderam ser observados na Vila, assim como em outras localidades. “Em Caxiuanã, no município de Melgaço (onde o Museu mantém a Estação Científica Ferreira Penna), por exemplo, as espécies verificadas foram quase as mesmas. Então, pode-se ver que a nossa região tem quase a mesma base de cultivo: mandioca (Manihot esculenta Kantz.- Euphorbiaceae), macaxeira (Manihot aypim Kantz. – Euphorbiaceae) e milho (Zea mays L. – Poaceae)”, diz Jorge. Veja os termos no Glossário abaixo.


O comércio e sustento
O excedente da produção desses produtos é comercializado na comunidade e vizinhanças. O comércio é pequeno, sendo incrementado em feriados prolongados quando turistas chegam à comunidade, que se localiza próxima à Praia de Marieta, no município de Salinópolis. A rotina dos agricultores não sofre grande alteração em virtude do aumento da população: “Eles mantêm a produção normal, sendo que o excedente que é comercializado na própria comunidade já tem o comprador confirmado nesses períodos”, conta o orientador.


Para o estudo, foram entrevistados agricultores donos de seus próprios roçados. Com área que varia de 250 a 2000 m2, o tamanho do roçado depende do número de pessoas da família e da situação financeira das mesmas. Os roçados podem garantir o sustento de famílias inteiras, e de acordo com Jorge, quem trabalha no roçado são, normalmente, os pais e os filhos mais novos. Os filhos mais velhos, com frequência, já não moram mais em casa, pois vão estudar nas cidades próximas, e até em Belém.


Mandioca, arroz e feijão
A comunidade de Vila da Penha, na Reserva Extrativista de Maracanã, guarda peculiaridades em relação a outras do seu gênero. É comum que com a chegada de tecnologias, os instrumentos tradicionais tanto de cultivo quanto de processamento sejam deixados de lado. É assim em diversas outras localidades do Pará, onde já se notam mudanças no cultivo, na utilização de implementos agrícolas e nos processos de produção. “As casas de farinha, por exemplo, estão sendo transferidas para os terreiros (quintais) das residências. Já no caso dos implementos agrícolas, nota-se uma gradativa substituição do tipiti (instrumento para extração do sumo da mandioca, o tucupi) pela prensa de madeira, e do ralador pela tarisca movida à tração humana ou a motores elétricos ou a gasolina”, explica Denize. Mas em Vila da Penha, ainda é possível observar o uso da tarisca movida à tração humana e do tipiti, assim como ainda existem as casas de farinha afastadas das moradias. Confira também o Glossário.


Alguns agricultores cultivam o arroz (Oriza sativa L. var. subulata - Poaceae) juntamente com a mandioca, enquanto o feijão (Phaseolus vulgaris L. – Fabaceae), plantado no verão, ganha área diferenciada no roçado, pois precisa de adubação especial. “O feijão não é muito cultivado, o que pode ocorrer por não ser apreciado pela população, que tem facilidade em comprar o “feijão do sul” nos mercados próximos. Então, as pessoas não vêem necessidade de cultivar o que pode ser comprado”, comenta Jorge Oliveira.
Subsistência e preservação


“É necessário saber e entender as informações sobre a alimentação na comunidade, porque, sendo a localidade uma área de reserva extrativista (resex), o sustento dos seus integrantes deve vir do extrativismo e, complementarmente, da agricultura de subsistência. É preciso saber o que existe no local, para, então, saber como utilizar isso de forma sustentável”, argumenta Jorge, ao lembrar que os objetivos básicos de uma resex são proteger os meios de vida e a cultura das populações que nela residem e assegurar o uso sustentável dos recursos naturais da unidade. Daí o objetivo da pesquisa de identificar as espécies cultivadas e as formas de cultivo na comunidade.


Além disso, segundo o pesquisador, são poucos os dados sobre as espécies cultivadas nos roçados e os modos de processamento dos produtos na região, o que foi comprovado com a pequena bibliografia encontrada para a pesquisa.


Para a utilização futura, as espécies identificadas durante a pesquisa, que foram coletadas em novembro de 2008, foram submetidas ao processo usual de herborização - prensagem, secagem e preparação de exemplar botânico -, e depositados no Herbário do Museu Emílio Goeldi.


Pequeno glossário da Mandioca


Vila da Penha - Uma comunidade amazônica - A Vila da Penha está situada no município de Maracanã, no estado do Pará, e está inserida na Reserva Extrativista de Maracanã. A Resex possui mais de 19 mil hectares e abriga áreas como restinga, mata secundária (capoeira), várzea, igapó e manguezal, além de diversas espécies de animais. O acesso à comunidade é efetuado através de transporte terrestre e fluvial, e suas principais atividades econômicas são a agricultura familiar e a pesca artesanal. O sistema educacional é municipal, sendo constituído por uma escola de curso fundamental e médio e uma pré-escola. A Vila é servida por um posto médico, serviço de abastecimento de água domiciliar, mas não possui coleta de lixo ou rede de esgotos, assim como as ruas não possuem calçamento e nem asfalto.


Casa de Farinha – Local onde se processa a mandioca, e consiste em uma barraca coberta na sua maioria com palha de “inajá” (Maximiliana maripa (Corr. Serr.) Drude - Arecaceae), de chão batido, sem paredes, onde estão o forno e os demais utensílios necessários para o processamento da mandioca. Normalmente, localiza-se próximo aos roçados e cursos d'agua, porém, hoje, pode estar localizada às proximidades das residências pela facilidade para se utilizar energia elétrica.


Forno – Um enorme tacho de latão, de formato retangular ou redondo, onde é torrada a mandioca para fazer os diversos tipos de farinha.


Farinha – É um dos principais produtos da mandioca, de uso muito difundido em todo o país e parte da dieta alimentar de muitos brasileiros. É alimento rico em carboidratos e fibras. Pode ser d'água, misturada, seca ou carimã, de coloração amarela ou branca; de acordo com o tamanho do grão, fina (para farofa), média ou grossa (para consumo direto na comida).


Tarisca ou Catitu – Uma peça em madeira de forma cilíndrica ornada com serrilhas de aço no sentido longitudinal, utilizado para ralar (cevar) a mandioca.


Beiju ou Biju – Alimento originalmente produzido por indígenas, é um subproduto do processamento da mandioca. Feito da mandioca ralada – sua parte mais fina é torrada e consumida como acompanhamento.


Tipiti – Objeto de forma cilíndrica, alongada, confeccionado com talas de guarumã (Ischnosiphon arouma (Aubl.) Koern. – Marantaceae) ou jacitara (Desmoncus orthacanthus Mart. - Arecaceae) entrelaçadas, dotado de elasticidade, usado para espremer a massa da mandioca, para a retirada do tucupi.


Tucupi – Sumo extraído da mandioca, de coloração amarelo intenso, é obtido da massa da mandioca que foi descascada, ralada e espremida (tradicionalmente usando-se um tipiti – confira verbete). Depois de extraído, o sumo "descansa" para que a goma (amido) se separe do líquido (tucupi), processo esse conhecido como decantação. Inicialmente venenoso devido à presença do ácido cianídrico, o líquido é fervido para garantir que à alta temperatura o veneno seja eliminado. Só então é usado nas famosas iguarias paraenses como o tacacá, o pato no tucupi e o molho de pimenta.


Goma – É o amido fino e branco, resultado da decantação do tucupi, após a mandioca ralada e exprimida. Com a goma são produzidos a tapioquinha, iguaria feita em pequena frigideira aquecida que se transforma em um tipo de panqueca em cuja superfície se passa manteiga ou é recheada com côco, queijo e doces diversos, como feito na culinária urbana da atualidade. Outras iguarias são o tacacá (mistura de tucupi, jambú e camarões secos) e a farinha de tapioca, constituída por grãos brancos, crocantes que se prestam à preparação de bolos, pudins, doces e salgados os mais diversos, bem como pode ser consumida como um cereal no café e no leite.


Fonte: Assessoria de Comunicação/Agência do Museu Goeldi







segunda-feira, 18 de janeiro de 2010




O III Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na América Latina: Integrar para além do mercado pretende reunir pesquisadores, docentes, estudantes e acadêmicos em geral, para um encontro de três dias com o objetivo de dar continuidade às discussões sobre as perspectivas de integração da América Latina no âmbito da cultura e comunicação. O CELACC (Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação) já realizou dois simpósios na Universidade de São Paulo, ambos com financiamento do CNPq e FAPESP que debateram a comunicação e os movimentos sociais e a integração latino-americana do ponto de vista da cultura.



Com o avanço das discussões no contexto da geopolítica regional da integração do continente, o CELACC entende que é necessário um aprofundamento destas temáticas tendo em vista mudanças no cenário das indústrias culturais continentais, das políticas culturais na região e mesmo a maior visibilidade da temática da diversidade cultural, hoje reconhecida como um direito humano pela UNESCO. Assim, “integrar para além do mercado” significa integrar a espacialidade das idéias, das reflexões, dos conceitos e este é o principal objetivo deste III Simpósio que terá como atividade de lançamento o Seminário.

domingo, 17 de janeiro de 2010

BIODIVERSIDADE PODE IMPULSIONAR ECONOMIA









Agência da ONU realizou lançamento oficial do Ano Internacional da Biodiversidade em Berlim, na Alemanha
Diretor-executivo do PNUMA Achim Steiner falou sobre o papel dos ecossistemas na economia e na vida de bilhões de pessoas.

sábado, 16 de janeiro de 2010

POLUIÇÃO NOS RIOS DA AMAZÔNIA PREOCUPA


No início da década de 90 rio São Joaquim tinha água cristalina


por Suzana Lopes/UFPA.br


foto Wagner Meier

Água para beber, navegar e ter momentos de lazer é o que não falta na Amazônia. A região tem o maior recurso hídrico do Brasil – banhada pelas bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins, que totaliza 55,29% das águas que banham o País, o maior rio do mundo em volume de água (o Rio Amazonas, com uma vazão de 190 mil metros cúbicos por segundo) e concentra 73% da água doce do Brasil.

INDIOS VIVEM EM EXTREMA POBREZA EM TODO GLOBO





Um relatório divulgado nesta quinta-feira (14/1) pela Organização das Nações Unidas (ONU) mostra que povos indígenas vivem em situação de pobreza em todo o planeta.


O documento aponta que cerca de 15% dos 370 milhões de índios existentes representam um terço das pessoas mais pobres do mundo, e um terço dos 900 milhões de pessoas que vivem em extrema pobreza (com menos de U$ 4,00 por dia) e habitam áreas rurais.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

RANKING DAS ELETRÔNICAS MAIS "VERDES" DO MUNDO SEGUNDO O GREENPEACE

SEGUNDO O GREENPEACE EM RELATÓRIO DE 10/01
Por ordem decrescente

7.3
Nokia -- Remains in first place with good scores on toxics use reduction, but loses points on energy.

6.9
 Sony Ericsson -- Moves up with top marks on toxics elimination but weak on recycling.

5.3
Toshiba -- Good score on toxics elimination but needs to meet upcoming phase out commitment by March 2010. ...


5.3
Philips -- Loses points for failing to lobby for phase out of hazardous substance in legislation.

5.1
Apple -- Continues to improve, scoring best on eliminating toxic chemicals and e-waste criteria.


5.1
LG Electronics -- LG score improves, but is still penalized for postponing date for toxics phase out.


5.1
Sony -- Maintains overall score with better energy total, but needs to lobby for stronger chemicals
 legislation.

5.1
Motorola -- Slightly reduced score, due to lack of lobbying for stronger chemicals legislation.


5.1
Samsung -- Big drop due to penalty point for failing to meet commitment to phase out hazardous substances. 


4.9
 Panasonic -- Score unchanged, strongest on energy but poor on e-waste and recycling.
4.7
 HP  Improved position thanks to clear support for global emissions reductions, but needs to lobby for improved chemical legislation.More...


4.5
 Acer -- Score unchanged but Acer is lobbying for stronger chemicals legislation.


4.5
Sharp -- Loses points due to poor information on toxics elimination and fails to support stronger chemicals legislation.

3.9
 Dell -- Reduced score on energy criteria and penalty point for delaying toxics phase out till 2011.


3.5
Fujitsu -- Improved score due to support for global carbon emission reductions and cutting its own emissions.


2.5
 Lenovo -- Score unchanged, with penalty point for indefinite delay on toxics phase out.


2.4
 Microsoft -- Reduced score, fails to support strong chemicals legislation.


1.4
 Nintendo -- Nintendo remains in last place with the same score.


Veja a matéria em português em http://www.colunadosardinha.wordpress.com/

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

NIGERIA: SHELL RESPONDERÁ EM HAIA


Por Sophie van Leeuwen/radionw

A Shell Nigéria terá que se apresentar diante de um tribunal holandês para se responsabilizar pela poluição de terras agrícolas na Nigéria, segundo foi determinado esta semana por um tribunal de Haia. Quatro agricultores nigerianos que iniciaram o processo e a Milieudefensie (organismo holandês de defesa do meio ambiente) estão satisfeitos com a determinação.
Geert Ritsema, porta-voz da Milieudefensie: “Há anos estas pessoas tentam conseguir que a Shell limpe sua bagunça e pare de poluir suas terras. Mas até agora ainda não tinham conseguido nada. Por isso tentam agora reclamar seus direitos na Holanda. Esta sentença do juiz é a primeira vitória para todos os nigerianos que há muitos anos lutam por um meio ambiente mais limpo e por seus direitos.”

LITORAL PAULISTA - PRAIAS IMPRÓPRIAS SÃO TRINTA POR CENTO




Praias impróprias

 Das 156 praias monitoradas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), 51 estão impróprias para o banho nesta primeira semana de 2010. O número é 34% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando 38 praias apresentavam condições inadequadas.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

CHINA - GRANDE ATÉ NAS CONTRADIÇÕES - veja vídeo




A China está a caminho de se transformar tanto no maior contaminador mundial como no maior investidor em tecnologia limpa.


E várias empresas holandesas têm ligação direta com isso. Por exemplo, o escritório de engenharia DHV, que está construindo com as técnicas mais modernas uma ecocidade em Tianjin.

ARTIGO




Marina Bittencourt/agencia fiocruz


A obesidade em países em desenvolvimento não é mais uma doença restrita aos grupos de melhor situação sócio-econômica e, atualmente, grupos mais pobres estão sendo atingidos. Em artigo publicado nos Cadernos de Saúde Pública da Fiocruz, pesquisadores analisam a relação entre o estado nutricional e a situação sócio-econômica de adolescentes moradores da cidade de Niterói.




Mesmo entre os mais pobres, o sobrepeso representa um problema de saúde pública que atinge 1/10 desse grupo populacional




A obesidade na infância e na adolescência já é reconhecidamente um sério problema de saúde pública. Estudos realizados no Rio de Janeiro mostram uma queda da desnutrição e um aumento da obesidade nas últimas décadas. Dados recentes sobre adultos mostram maior prevalência de sobrepeso e obesidade em mulheres de baixa escolaridade. Já no grupo dos homens, a prevalência é maior naqueles com alta escolaridade. Com os adolescentes, estas associações são diferentes. Os autores citam pesquisa conduzida pelo IBGE que evidencia que, “no Brasil, são encontradas maiores prevalências de sobrepeso em populações de adolescentes com melhores condições financeiras”.


Os pesquisadores afirmam que “o estado nutricional de adolescentes está associado com a situação sócio-econômica familiar, neste estudo indicada pela renda familiar per capita e pelo número de moradores do domicílio.” O número de moradores do domicílio está ligado ao baixo peso/magreza em adolescentes e se nota uma tendência de crescimento na proporção de adolescentes com sobrepeso/obesidade à medida que a renda familiar per capita aumenta. “Entretanto, é importante ressaltar que, mesmo entre os mais pobres, o sobrepeso representa um problema de saúde pública que atinge 1/10 desse grupo populacional, entre meninos e meninas”.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

HOLANDA: BAIRRO ECOLÓGICO

Um arquiteto holandês criou um bairro em que todos os edifícios são ecológicos e as emissões de carbono foram reduzidas a zero. Segundo ele, esta é a maior comunidade carbononeutra do mundo.


A Stad van de Zon (Cidade do Sol), no norte da Holanda, foi inaugurada como um exemplo de desenvolvimento sustentável. Ashok Balohtra, o criador da Cidade do Sol, iniciou o projeto há quase vinte anos. Trata-se de uma ilha no meio de um lago de 60 hectares, mais ou menos do tamanho de uma cidade medieval. Balohtra explica que o modelo medieval o ajudou a projetar uma comunidade pequena, muito bem articulada.

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SUIÇA: DESPERTAR CONSCIÊNCIAS EM 2.010


 Desde 2001, o monitoramento da biodiversidade na Suíça é feito periodicamente. (Keystone)


Mau aluno em termos de proteção da diversidade biológica, a Suíça quer aproveitar de 2010, decretado pela ONU “ano da biodiversidade”, para despertar consciências.
Para isso o país tem um plano. Explicações.




A Suíça decidiu agir. Para marcar o ano da biodiversidade decretado pela ONU, funcionários do Ministério do Meio Ambiente, Energia, Transportes e Comunicações estiveram reunidos com um série de Ongs para elaborar um programa conjunto de eventos para todo o ano 2010.

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

REUSO DE ÁGUA POUPARÁ R$ 80 MIL POR ANO




Projeto vai reaproveitar 24 mil litros diários de água potável


O projeto de reuso de água do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Escola Politécnica da UFRJ prevê economia R$ 80 mil por ano com abastecimento a partir de um investimento de R$ 15 mil.


O projeto tem como objetivo destinar à irrigação de jardins e canteiros ornamentais do campus parte do esgoto sanitário produzido para atividades de ensino e pesquisa na Cidade Universitária e tratado no CESA. A iniciativa do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente será conduzida no Centro Experimental de Saneamento Ambiental da UFRJ (CESA/UFRJ).


O projeto, segundo seu coordenador, o professor Isaac Volschan Jr, resultará na economia dos 24 mil litros diários de água potável utilizados atualmente para esta finalidade, que geram uma despesa anual de aproximadamente R$80 mil.


O investimento de R$15 mil será utilizado na construção de unidades de tratamento terciário, para desinfecção do efluente. "Tínhamos apenas o secundário, não suficiente para alcançar o padrão necessário para o reuso, então construímos as unidades de filtração terciárias, uma unidade para desinfecção do esgotos e uma unidade para armazenar a água".


A água será levada para os jardins por caminhão pipa, onde funcionários regarão as plantas. "A água que utilizamos no projeto poderia, em tese, satisfazer um padrão para consumo, sobre o ponto de vista das tecnologias e processos de tratamento que ela está sendo submetida. Isso somente poderia ser confirmado por uma análise laboratorial. Além disso, do ponto de vista de processo talvez precisássemos clarificá-la um pouco".


Por causa do padrão sanitário estabelecido para proteção da saúde do trabalhador, a água que chega aos canteiros não contém nutrientes, daí a necessidade da construção das novas estações para ajustar sua qualidade.


"O resultado é uma água de boa qualidade e que não apresenta um potencial nutricional que os esgotos têm - matéria orgânica, nitrogênio, fosforo -, e que o tratamento acaba removendo", explica o professor.


Segundo Volschan Jr, alguns grupos trabalham nessa linha de pesquisa de reaproveitamento de esgotos para fins de irrigação. Ele cita a Universidade de São Paulo, Universidade Federal do Rio Grande do Norte e as companhias de tratamento de efluêntes dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.


O professor diz acreditar que o projeto de reuso da água poderá ser expandido para outras obras, como é o caso da Baía de Guanabara onde o transporte dos resíduos está causando um levantamento de poeira.


"A dragagem na Baía de Guanabara causa uma movimentação muito grande de caminhões, levantando muita poeira. Existe a possibilidade do uso da água para segurar essa partículas mas ainda estamos em negociação", disse. "A idéia é também utilizar a água no necessário processo de tratamento deste rejeito dragado", disse.
pautasocial.com.br

domingo, 10 de janeiro de 2010

PANTANAL - UM MUNDO ENCANTADO NO CORAÇÃO DO BRASIL

O Parque Nacional do Pantanal está situado a sudoeste de Mato Grosso. Com 136.028,00 hectares, tem o objetivo de proteger e preservar todo ecossistema pantaneiro, bem como sua biodiversidade, mantendo o equilíbrio dinâmico e a integridade ecológica dos ecossistemas contidos no Parque.
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sábado, 9 de janeiro de 2010

COLUNA DO SARDINHA






PARA QUE SERVE O ESTADO?



Causou-nos certo constrangimento ver o governador Serra, vestido em um nada fashion colete azul-amarelo da Defesa Civil de São Paulo, visitando a região alagada de São Luis do Paraitinga, que teve oitenta por cento dos prédios históricos arrasados pela força das águas dos últimos temporais que castigaram esta região do interior de São Paulo.
Defensor de um besteirol chamado “Estado mínimo”, defendido por seu chefe FHC, somente uma catástrofe ou uma candidatura à presidência da República o faria descer do pedestal, para dar algum ar de social a um governo que é essencialmente pragmático, sempre chegando depois ou não chegando a tempo para suprir as demandas da sociedade.

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

MAIS RIGOR EM LICENCIAMENTOS AMBIENTAIS

Notícia que chega tarde, mas sempre em boa hora


Terreno de empresa fiscalizada no município de Guarulhos com suspeitas de aterramento da várzea






Resolução também determina intensificação da fiscalização e amplia a proteção no entorno da Área de Proteção Ambiental


As chuvas constantes que ocorrem desde o final do ano passado revelaram um sério problema ambiental na região da Várzea do rio Tietê: a crescente impermeabilização do solo causada por obras e instalações no local contribuiu para que ocorressem as inundações no período de chuvas. Preocupada com a situação, a secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo publicou na manhã dessa quarta-feira, 06.01, a Resolução SMA 001, que torna mais rigoroso os procedimentos de licenciamento ambiental na área de influência do rio Tietê.


O documento considera que os impactos ambientais causados por obras nessa região podem ultrapassar os limites territoriais dos municípios, tornando necessário um licenciamento mais rigoroso que leve em conta todo o entorno. Por isso, a partir de agora o licenciamento nestas áreas deverá passar pelos órgãos estaduais competentes, no caso, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB e o Departamento de Águas e Energia Elétrica – DAEE. Tarefas antes incumbidas às prefeituras municipais.


“O nosso foco agora é combater a impermeabilização. Várzea é como uma grande piscina natural e queremos garantir que esse piscinão exista”, explicou o secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano durante fiscalização na região da várzea na grande São Paulo. O secretário ainda enfatizou que a resolução também visa aumentar o raio de proteção a Área de Proteção Ambiental – APA da Várzea do Tietê, que passou a contar com uma área de segurança em seu entorno e que contará com uma fiscalização mais intensa.
“A principal função da APA é proteger o corpo d’água”, explica Marcelo Minelli, diretor de licenciamento e gestão ambiental da CETESB. Ele ainda ressalta que a nova resolução não ampliou a área da APA, mas criou uma “camada” de segurança, onde passará a existir critérios especiais. A área com atenção especial se estende da barragem da Penha até o município de Itaquaquecetuba, já que este é o local de maior pressão ocupacional na região da Várzea do Tietê.


Irregularidades


Para dar início às ações previstas na Resolução, o secretario do Xico Graziano, junto a uma equipe da Polícia Militar Ambiental e técnicos da CETESB e DAEE, iniciou na mesma manhã da publicação do documento, uma série de ações de fiscalização na região. Entre elas um aterramento da Várzea do Tietê, no município de Guarulhos, que ocorreu no terreno de uma empresa da região. Durante a fiscalização também se constatou o desaparecimento de um córrego próximo ao terreno, segundo mostra os mapas hídricos do DAEE.
O arquiteto da obra, Lúcio Gomes Machado, que respondeu pela empresa fiscalizada, argumentou que quando obteve o terreno já não havia o córrego no local e que o aterramento seria uma movimentação de terra para formar um piscinão que contenha a água da chuva. A empresa tem, agora, 30 dias para apresentar um parecer à CETESB comprovando que agiu sem qualquer irregularidade. Se for, realmente, constatado dano ambiental, a Companhia Ambiental paulista e o DAEE poderão exigir que o problema seja desfeito ou uma compensação ambiental. Se as exigências não forem cumpridas, a empresa poderá ser multada e, até mesmo, interditada.
Já na capital paulista, no bairro da Vila Maria, os técnicos encontraram outra irregularidade. Um terreno às margens do rio Cabuçu de Cima utilizado para depósito ilegal de entulhos. Para Graziano esse tipo de atividade será um dos focos principais da Polícia Ambiental nas áreas próximas às várzeas do rio. “Os caminhões vêm jogar entulho durante a noite. Vamos acabar com isso e garantir que a várzea e o rio não sejam tomados por esses resíduos”. A Polícia Ambiental tenta agora, junto à subprefeitura, da Vila Maria, identificar o proprietário de terreno irregular, que foi interditado durante a ação de fiscalização.

http://www.ambiente.sp.gov.br/

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

NAVIO ADY GIL DA SEA SHEPHERD PARTE AO MEIO - VÍDEO

O famoso catamarã está afundando no oceano antártico.







Seis tripulantes foram resgatados pela outra embarcação da Sea Shepherd, o Bob Barker.



Em um ataque sem precedentes e sem provocação capturado em filme, a embarcação de segurança japonesa, Shonan Maru No.2 deliberadamente abalroou causando danos catastróficos ao catamarã da Sea Shepherd, o Ady Gil.


Seis tripulantes, quatro neozelandezes, uma australiano e um holandês foram prontamente resgatados pela tripulação do Bob Barker. Nenhum dos tripulantes do Ady Gil se feriram.


Acreditamos que o Ady Gil irá afundar pois as chances de salválo são muito pequenas.


De acordo com o testemundo do Capitão Chuck Swift do Bob Barker, o ataque ocorreu enquanto as duas embarcações da Sea Shepherd estavam paradas. O Shonan Maru No.2 repentinamente acelerou e deliberadamente abalroou o Ady Gil cortando cerca de 2,5 metros de sua proa fora. De acordo com o Capitão Swift, a embarcação (Ady Gil) não aparenta que possa ser salva.

“Os baleeiros japoneses em uma escalada de violência aumentaram as proporções do conflito” é o que afirmou o Capitão Paul Watson. “Se eles pensam que nossas outras duas embarcações vão se retirar do Santuário das Baleias da Antártida em face deste extremismo, estão totalmente enganados. Agora temos uma Guerra das Baleias Real em nossas mãos e não temos a intenção de retroceder.”

A bordo do Steve Irwin o Capitão Paul Watson está correndo para a área em 16 nós mas ainda restam cerca de 500 milhas a serem percorridas. O Bob Barker temporariamente parou sua perseguição ao Nisshin Maru para resgatar a tripulação do Ady Gil. Os navios japoneses inicialmente recusaram-se a reconhecer a chamada de socorro (MAY DAY) do Ady Gil, reconhecendo-a posteriormente. Apesar de terem reconhecido à chamada, não ofereceram assistência ao Ady Gil ou ao Bob Barker de qualquer modo.

O incidente ocorreu na localização 64 graus e 3 minutos sul e 143 graus e 9 minutos leste.


Até esta manhã os japoneses estavam em completodesconhecimento da existência do Bob Barker. Esta nova aquisição à frota da Sea Shepherd partiu de Mauritius na costa Africana em 18 de dezembro e pode avançar ao longo da borda de gelo oeste enquanto os japoneses estavam ocupados preocupando-se com o avanço do Steve Irwin ao Norte.


“Esta é uma perda substancial de nossa organização”, afirmou o Capitão Paul Watson. “O Ady Gil, ex Earthrace, representa uma perda de quase dois milhões de dólares. Entretanto a perda de uma única baleia é mais importante para nós, e a perda do Ady Gil não será em vão. Este golpe simplesmente reforça nossas resoluções, não enfraquece nosso espírito.”


A Sea Shepherd está requisitando ao governo australiano que envie uma embarcação militar para que a paz seja restaurada nas águas do Território Australiano Antártico. Temos 77 tripulantes de 16 nações em 3 embarcações, seis deles a bordo do Ady Gil. Destes, 21 cidadãos australianos: 16 a bordo do Steve Irwin e 5 no Bob Barker. A Sea Shepherd crê que o governo australiano tem a responsabilidade em proteger as vidas de cidadãos australianos que trabalham para defender as baleias das atividades ilegais dos baleeiros japoneses.


“A Austrália precisa enviar uma embarcação militar para cá assim que possível para proteger tanto as baleias quanto os cidadãos australianos que trabalham em defesa dos cetáceos”, afirmou Laura Dakin a cozinheira chefe do Steve Irwin de Camberra, Austrália. “Estas são águas Territoriais Antárticas Australianas e vejo os baleeiros japoneses fazendo o que querem impunemente aqui sem que uma embarcação do governo australiano possa ser encontrada. Peter Garret (ministro do meio ambiente australiano e ex vocalista da banda de rock Midnight Oil).



quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

MILHARES DE LITROS DE ÓLEO DIESEL VAZAM NO RIO AMARELO




(Da Redação)

PEQUIM - Centenas de milhares de chineses nesta segunda-feira receberam ordens para não consumir água do rio Amarelo, o segundo maior da China, depois que uma tubulação rompeu, transportando 100 toneladas de óleo diesel, que foi derramado em um afluente deste que é o segundo mais importante rio da China.




O derrame é a mais recente catástrofe ambiental que afeta as fontes de água da China, consideradas entre as mais poluídas do mundo.



O diesel derramado proveio de um cano quebrado no rio Wei, que alimenta o rio Amarelo, uma importante fonte de água para milhões de chineses.



Cerca de 850.000 pessoas foram afetadas.



A advertência das autoridades contraria relatos anteriores que indicavam que a contaminação da água havia sido contida depois ques trabalhadores cavaram canais de desvio e usaram barragens flutuantes e agentes de solidificação para evitar a propagação do combustível na água.



Segundo a advertência é "relevante lembrar a todas as pessoas que vivem perto do rio, que por segurança, assim como os animais, devem parar de tomar a água do Rio Amarelo", disse o comunicado do gabinete do governo na região de Yuncheng, um centro industrial localizado 1.160 quilômetros (720 milhas) a sudoeste de Pequim, capital da China.



O anúncio não especifica quanto combustível atingiu o rio e  trouxe algumas evidências que mostraram que o derrame "pode gerar um impacto sobre a qualidade da água do rio Amarelo, que tem deteriorado rapidamente nos últimos anos pelo aumento das descargas de poluentes das fábricas, forçando a população a buscar alternativas para o consumo.

Texto em espanhol pode ser lido em http://www.colunadosardinha.wordpress.com/ em "notícias"

REUNIÃO DA ONU SOBRE BIODIVERSIDADE SERÁ EM CURITIBA



Algumas das maiores autoridades ambientais do planeta estarão na capital paranaense de 6 a 9 de janeiro para a segunda Reunião de Curitiba sobre Cidades e Biodiversidade, organizada pelas Nações Unidas. Entre as autoridades, o argelino Ahmed Djoghlaf, secretário-executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU, o biólogo e documentarista canadense Jean Lemire e a sul-africana Kobie Brand, diretora do Conselho Internacional para as Iniciativas Ambientais Locais.


O evento é preparatório para a Conferência das Partes sobre Diversidade Biológica (COP 10) da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nagoya, no Japão, em outubro de 2010. As discussões e fóruns servirão de base para a definição de um Plano de Ação sobre a Biodiversidade dentro do Contexto Urbano.


Será o primeiro grande encontro internacional sobre meio ambiente após o encerramento da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP), em Copenhague, na Dinamarca. "Vamos avançar nas discussões sobre biodiversidade urbana e cidades sustentáveis, tema que será levado à próxima COP, em Nagoya, no Japão", explica o prefeito de Curitiba, Beto Richa, que abrirá a reunião. O encontro na capital também marcará o início das comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade.


A indicação de Curitiba para sediar a convenção partiu de Ahmed Djoghlaf, secretário-executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU. Já confirmaram presença 43 autoridades de 16 países, entre elas, o ministro do Desenvolvimento de Cingapura, Mah Bow Tan, e a secretária do Meio Ambiente do México, Martha Delgado Peralta. O Brasil será representado por Izabella Teixeira, secretária-executiva do Ministério do Meio Ambiente.


2ª Reunião de Curitiba sobre Cidades e Biodiversidade, organizada pela ONU
6 a 9 de janeiro
Parque Barigui, Curitiba


2010 - Ano Internacional da Biodiversidade

O ano de 2010 foi instituído pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2006 como o Ano Internacional da Biodiversidade. Biodiversidade pode ser definida como a "variabilidade entre os organismos vivos de todas as origens, incluindo os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos dos quais fazem parte; compreende a diversidade dentro de cada espécie, entre as espécies e dos ecossistemas".


As questões de biodiversidade estão ligadas ao nosso dia a dia tanto na forma de sobrevivência, com alimentação e água, até questões culturais. Os seres humanos partilham o planeta com 13 milhões de espécies vivas distintas, onde estão incluídas plantas, animais e bactérias, das quais somente 1,75 milhões possuem nome e estão classificadas.


curitiba.gov.br

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

ANO COMEÇA COM TRAGÉDIA - VEJA VÍDEO

Os primeiros dias de 2010 levaram muita chuva e destruição a diversos locais do país - Angra dos Reis, Ilha Grande, São Luiz do Paraitinga e Cataguases são alguns deles. Desabamentos e enchentes deixaram muitas pessoas desabrigadas e sem alimento ou alojamento.




Alguns dos ítens que podem ajudar são água potável, alimentos prontos como bolachas, biscoitos, barras de cereais, latas de sardinha, salsicha, milho, atum, ervilha e outros mantimentos de fácil manuseio e não perecíveis, latas de leite em pó, material de higiene pessoal como escovas e pasta de dente, sabonetes, absorventes femininos e fraldas descartáveis, produtos de limpeza, colchões, travesseiros, cobertores, lençóis, toalhas de banho, roupas para crianças e adultos, medicamentos como antitérmico infantil, analgésicos, soro fisiológico, antiácido, xarope para tosse e eletrodomésticos em geral.




Há locais que recebem doações em todo o país, veja a lista de alguns deles abaixo:



Angra e Ilha Grande - RJ

Colégio Estadual Dr. Artur Vargas – CEAV
Rua Coronel Carvalho, 230, Centro
Angra dos Reis - RJ
Info: (24) 3367-7518


São Luiz do Paraitinga - SP

Rua Marquês de Rabicó, 33
Rua José Dantas, 266

Rua Monsenhor Miguel Martins, 361
Das 9h às 18h

Em São Paulo, donativos para São Luiz do Paraitinga podem ser entregues na loja Pão de Açúcar da Rua Teodoro Sampaio, 1933, em Pinheiros, São Paulo.



Taubaté - SP

Voluntários buscam as doações na cidade de Taubaté e região, basta ligar para (12) 8119-5612 ou (12) 3633-4544.



Guaratinguetá - SP

Colaborações no tel (12) 3122-2728


Guararema - SP

Doações e alimentos estão sendo aceitos via Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (11) 4693-2213



Cunha - SP

Doações para a cidade devem ser encaminhadas ao Fundo Social de Solidariedade (12) 3111-2716



Cataguases - MG

Posto provisório da Defesa Civil
Avenida Tereza Cristina, 10.495



Belo Horizonte - MG

Entregas pessoalmente ou via correio no posto da Cruz Vermelha
Alameda Ezequiel Dias, 427
Das 7h às 18h


Iniciativas nascidas na internet

. Preta Gil estará arrecadando alimentos e roupas para os desabrigados de Angra em seu show do dia 7 de janeiro na The Week carioca. A cantora está divulgando a campanha em seu Twitter @PretaMaria.


. O Twitter @InfoDoacoes está reunindo informações sobre doações para os desabrigados das chuvas.


. Envio de leite em pó, fraldas, medicamentos e alimentos para São Luiz do Paraitinga organizado por gisele@3d3.com.br (mobilização via Twitter)


O mapa colaborativo Projeto Enchentes lista as áreas de inundações, áreas de risco, locais para desabrigados e doações.


Tayra Vasconcellos (@tayra) está arrecadando alimentos, produtos de higiene e roupas para levar ao Rio de Janeiro no próximo final de semana. Contato: tayra.vasconcelos@gmail.com