sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Os caminhos da medicina tradicional

Tratamentos envolvem puxões com ervas, rezas,
terapias manuais e espirituais

por Flávio Meireles
foto Acervo Pesquisador/ UFPA-JORNAL BEIRA DO RIO











Dores no estômago, nas costas e nas pernas. Além disso, uma sensação anormal de cansaço que lhe deixa incapacitado de trabalhar.  O diagnóstico: espinhela caída. O tratamento: reza e puxões com ervas medicinais. Um conhecimento baseado em diferentes culturas, usado para o tratamento e a prevenção de doenças físicas ou mentais, é o que caracteriza a medicina tradicional. Essa vertente da medicina é marcada por medicações à base de ervas, minerais, terapias manuais e espirituais.

Por ter contato com essas práticas tradicionais na infância e achar que ainda são raras as pesquisas sobre o assunto, a professora Angélica Homobono decidiu estudá-lo.  O resultado foi a Tese de Doutorado Atravessando Fronteiras: viagens rumo à saúde tradicional, defendida no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, sob orientação da antropóloga Jane Felipe Beltrão.

Programa indica a evolução das práticas de gestão ambiental e ocupacional

Por uma tinta ‘limpa’




ISABEL GARDENAL/jornal da Unicamp

Ter um setor industrial onde uma grande maioria dos atores sociais não compreende, ou não sabe dimensionar completamente, os riscos de suas atividades é um problema sério. É possível enfrentar esta situação quando se consegue obter uma ferramenta fácil de usar, que é capaz de esclarecer onde estão estes riscos e, a partir daí, atuar de forma preventiva, integrando variáveis, sejam elas ambientais, de segurança e de gestão de produto nas tomadas de decisão da empresa.

E estas ferramentas existem. Uma delas foi não apenas estudada, mas também implementada no Brasil e responde pelo nome de Coatings Care. Ela foi posta em prática e constituiu objeto de tese de doutorado defendida na Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) pelo engenheiro químico Ivan de Paula Rigoletto, orientado pelo professor da FEM Waldir Antonio Bizzo.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

COOPERAÇÃO ENTRE UNIVERSIDADE ALEMÃ DESENVOLVE NOVA IDENTIDADE VISUAL EM PARQUES

Universidade alemã vai criar nova identidade visual do Horto Florestal e da reserva da Biosfera de São Paulo
Horto Florestal terá nova identidade visual Parceria entre Secretaria do Meio Ambiente e Universidade Darmstadt (Alemanha) desenvolverá nova identidade visual para os parques que formam o cinturão verde de São Paulo (divulgação)


Representantes da Secretaria de Estado do Meio Ambiente – SMA e da Darmstadt University of Applied Sciences assinaram nessa quarta-feira, 10.11, um termo de cooperação para desenvolver um novo sistema de identidade visual para a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo e do Parque Estadual Alberto Löfgren, mais conhecido como Horto Florestal.

Instituto Geológico expande suas instalações

Nova área vai abrigar a Coleção Científica Geológica do Estado de São Paulo

Para modernizar e ampliar as instalações de pesquisa científica e laboratorial, o Instituto Geológico– IG expandiu sua sede administrativa em 6.350 m2, como parte das ações de fortalecimento e consolidação do Instituto como órgão de geologia do Estado de São Paulo. Com a publicação do Decreto nº 56.365 de 01 de novembro de 2010, foi transferida para a administração do IG uma área de 13.450 m2 de imóvel localizado no Parque Estadual Fontes do Ipiranga – PEFI. O novo espaço destinado à instituição permitirá adequar melhor as instalações administrativas e de pesquisa, além de viabilizar a instalação de novos laboratórios e ambientes destinados a divulgação e visitação pública.

Projeto de pesquisa pretende utilizar sensores para entender melhor a relação entre floresta

Geossensores para estudar a Amazônia

Geossensores para estudar a Amazônia
Por Alex Sander Alcântara/Agência FAPESP 

O desenvolvimento e a aplicação de redes de geossensores para monitoramento ambiental, em particular na Floresta Amazônica, poderá contribuir para a melhor compreensão de como a floresta interage com a atmosfera e como ela influencia o clima e, de outro lado, como o clima afeta a floresta e o ecossistema.

Vulcões: novo método poderá auxiliar na previsão de erupções

Se prever terremotos é uma atividade praticamente impossível 
nos dias atuais, não se pode dizer o mesmo das erupções 
vulcânicas. Antes de explodir e ejetar o material magmático 
do interior da Terra, os vulcões emitem uma série de 
sinais e quando corretamente interpretados podem evitar 
que populações inteiras sejam pegas de surpresa. 





Vulcanologo Ian Hamling no deserto de Afar, na Etiópia

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Pesquisa observa relação do homem com a paisagem



Estudo desenvolvido em Ipeúna (SP) atenta para as mudanças ocorridas no cenário rural, a necessidade de otimizar a aplicação de recursos e implantar programas duradouros de educação ambiental
Crédito: Mario Masaru Sakaguti Junior 


 DA ESALQ

A partir da segunda metade do século 20, o Brasil passou por um acelerado processo de urbanização. O êxodo rural e conseqüente inchaço das cidades influenciaram no desenrolar de uma nova ordem política, econômica, social e cultural. Como conseqüência, as questões ambientais passaram a fazer parte da agenda de discussões referentes ao modelo de desenvolvimento colocado em prática em determinada região. Para o gestor ambiental Mario Masaru Sakaguti Junior, "a realização de pesquisas na área ambiental tornou-se fundamental para prevenir, remediar e mitigar danos ao ambiente".

Estudo mapeia áreas de Campinas mais vulneráveis à esquistossomose



Dissertação analisa o padrão espacial da ocorrência da doença no município

ISABEL GARDENAL/JORNAL DA UNICAMP
As doenças parasitárias, como a esquistossomose, estão entre as que apresentam comportamento epidemiológico mais fortemente ligado à existência de elementos do meio ambiente que, em maior ou menor grau, influenciam a sua ocorrência. É inclusive uma das principais doenças parasitárias de veiculação hídrica no mundo. A forma da ocupação humana dos espaços urbanos das periferias das grandes cidades, aliada à alta vulnerabilidade social, ainda associada a condições inadequadas de moradia, vem causando forte impacto na dinâmica da esquistossomose e de várias doenças emergentes e reemergentes no país.

Campanha WSPA Brasil

Documentário expõe diferenças entre animais silvestres e domesticados

O documentário "Silvestre não é Pet", lançado na Semana Mundial dos Animais entre (de 4 a 10 de outubro), tem como objetivo conscientizar as pessoas a respeito do sofrimento dos animais silvestres que são mantidos em cativeiro como animais de estimação. A produção é uma realização da ONG SOZED-SP com o patrocínio da WSPA Brasil.
Assista ao documentário.



domingo, 14 de novembro de 2010

PSICULTURA TEM GRANDE IMPULSO

Demanda por alimentos impulsiona piscicultura, mas setor enfrenta problemas

Do SeaShepherd



baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14

Com o aumento da demanda mundial por peixes e com as populações dos oceanos perigosamente exauridas, a criação de peixes tem um potencial imenso para alimentar a população mundial em crescimento. Mas os ambientalistas dizem que o setor está repleto de problemas como doenças, uso excessivo de antibióticos e infestações por parasitas, e costuma causar ainda mais danos para as populações selvagens de peixes, em vez de preveni-los.

NATUREZA E FICÇÃO TEMAS DE LIVRO

Biblos apoia publicação que vai abordar natureza e ficção
Arte/Divulgação
10/11/2010 Em fase de publicação pela editora Annablume, de São Paulo, que se interessou pela obra, o lançamento do livro Amazonas: Natureza e Ficção está programado para o final do primeiro semestre de 2011.

O material baseia-se em algumas obras de prosa de ficção sobre a representação da natureza, além de mostrar as imagens da fauna e da flora amazônica que estão presentes na produção ficcional amazonense do século XX.

sábado, 13 de novembro de 2010

OEA CONTRA BELO MONTE



OEA pode recomendar a suspensão de Belo Monte

Indigenas_nao_aceitam_BeloMonte
Entidades enviaram dia 11/11,  documento que denuncia violações a tratados internacionais no projeto e ameaças a comunidades indígenas e ribeirinhas do rio Xingu; OEA exigirá explicações do Estado e pode solicitar impedimento das obras
A Organização dos Estados Americanos (OEA) recebeu (quinta-feira, 11) um documento que denuncia as ilegalidades no processo de licitação e os impactos às comunidades indígenas e ribeirinhas que serão atingidas pela construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Assinada pelo Movimento Xingu Vivo Para Sempre e por outras organizações representantes das comunidades – Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), Prelazia do Xingu, Sociedade Paraense de Direitos Humanos (SDDH), Justiça Global e Associação Interamericana de Defesa do Ambiente (AIDA) –, e elaborada com a participação de mais de vinte organizações e movimentos sociais apoiadores, a petição solicita em caráter de urgência a concessão de medidas cautelares* para a suspensão do processo de licenciamento ambiental do projeto.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

FIM DE SEMANA NO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO

Fim de semana de boa música e cinema no Jardim
Villa-LobosComeça nesta sexta-feira, 12, o Festival Villa-Lobos, que tem no Jardim Botânico do Rio de Janeiro um de seus pontos de encontro este ano. No Jardim, a programação tem início no sábado, 13, com a abertura da mostra Música e Músicos no Cinema Brasileiro, às 12h, no Cineclube do Centro de Visitantes. O filme apresentado será "Noel, o poeta da Vila". No domingo, no mesmo horário, o filme será "Brasileirinho", um documentário que homenageia o choro e os chorões. Um pouco mais cedo, às 11h, o grupo Os Matutos faz show ao vivo no gramado do Centro de Visitantes, inaugurando a série "Choro no Jardim". Grátis.

Programação do Festival Villa-Lobos, no Jardim Botânico, neste fim de semana:

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Saber mais de um idioma detém mal de Alzheimer, diz estudo


O bilinguismo praticado diariamente atrasa por vários anos o aparecimento dos sintomas do mal de Alzheimer em idosos, revelou um estudo publicado por um grupo de cientistas canadenses.

Este prazo pode se estender até cinco anos, um resultado que nenhum remédio existente permite atualmente, acrescentou a pesquisa realizada pelo instituto Rotman do centro de pesquisas geriátricas Baycrest de Toronto e publicada na revista “Neurology”.

PARTICULARIDADES DO MUNDO RURAL AMAZÔNICO

Conhecer o cotidiano dos ribeirinhos ajudará a desenvolver o interior
Ribeirinhos do Amazonas (Foto:Divulgação)
 Identificar as especificidades do mundo rural amazônico por meio de análise das formas de organização familiar, política, do uso da terra e dos recursos naturais para servir como base de elaboração de políticas públicas para estas populações é o objetivo do projeto “Estudos antropológicos de povos tradicionais: particularidades do mundo rural amazônico”, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS), da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

De acordo com uma das pesquisadoras do projeto, Raquel Wiggers, a ideia surgiu por meio de diálogos com outros pesquisadores. Nos debates, percebeu-se como o mundo rural na Amazônia possui configuração diversa se comparado aos outros contextos rurais brasileiros. “A inspiração para esta proposta se baseia numa literatura antropológica sobre o mundo rural amazônico, que enfatiza a particularidade desta realidade com relação a outros contextos rurais no Brasil”, destacou.

MEIO AMBIENTE EM CONSTANTE MUDANÇA - DESAFIOS DA FILOGEOGRAFIA

Mudança e evolução

Mudança e evolução Cientistas contam como a filogeografia tem fornecido ferramentas importantes para entender a evolução de espécies em ambientes em constante mudança (Wikimedia)


Por Alex Sander Alcântara/Agência FAPESP 
Como e por que algumas espécies se adaptam de maneira notável a um meio ambiente em constante mudança? E por que algumas respondem de modo diferente às alterações ambientais?
Apesar de a ciência ainda não ter respostas precisas a essas questões, a filogeografia – associada a áreas como biogeografia, biologia e geociência – tem fornecido ferramentas importantes que têm ajudado a elucidar aspectos relacionados à biologia da evolução.

ANVISA INTERDITA AGROTÓXICOS

Fiscalização: agrotóxicos eram fabricados com produtos vencidos desde 2007

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou, nesta terça-feira (9/11), cerca de 60 mil litros do agrotóxico Clorpirifós Técnico na fábrica da Fersol Indústria e Comércio S.A, em Mairinque (SP).  Ingredientes importados da Índia para fabricação do produto não possuíam registro. Além disso, a empresa não possuía autorização do Ministério da Agricultura para produzir o produto, utilizado para formular o agrotóxico Clorpirifós Fersol 480 EC, autorizado para uso em 14 culturas.

O registro no Ministério da Agricultura é requisito obrigatório para produção e comercialização de agrotóxicos no Brasil. “Agrotóxicos sem registro não passaram por avaliação dos órgãos competentes, portanto são produzidos de forma clandestina e sem nenhuma segurança para a saúde dos trabalhadores rurais e dos consumidores”, afirma o diretor da Anvisa, Agenor Álvares.

VEÍCULOS MENOS POLUENTES EM BH

Frota de ônibus de Belo Horizonte circula com combustível menos poluente



Daniela Mendes/MMA
A frota cativa de ônibus de Belo Horizonte já está rodando com um combustível menos poluente, o diesel S-50, produzido pela refinaria da Petrobras em Betim, na região metropolitana da capital mineira. Nesta quarta-feira (10/11), representantes da Comissão de Acompanhamento e Avaliação do Proconve (CAP) estiveram na refinaria para avaliar o andamento da implementação da fase P-7 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores e saíram satisfeitos com os resultados.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

MONITORAMENTO DAS BALEIAS FRANCAS EM SANTA CATARINA

Foram avistados ainda sete golfinhos nariz-de-garrafa, entre eles três filhotes. O monitoramento na APA da Baleia Franca mostra a importância da área como berçário para esses animais.
 O Centro de Mamíferos Aquáticos (CMA), do Instituo Chico Mendes, participou nesse fim de semana do terceiro sobrevoo para monitoramento das baleias francas (Eubalaena australis) na APA da Baleia Franca, em Santa Catarina.

No percurso entre Florianópolis (SC) e Torres (RS), foram visualizadas e fotografadas 18 baleias francas, todas pares de fêmeas e filhotes. Parte desses animais já tinha sido avistada no sobrevoo anterior, realizado no dia 15 de setembro na região de Garopaba (SC).

EDIÇÃO DE NOVEMBRO DO JORNAL DO MUSEU GOELDI JÁ ESTÁ NO AR

Novas espécies de lagartos e conhecimento Kayapó
na edição do Destaque Amazônia
 

 





















Agência Museu Goeldi 
Esse mês o Museu Paraense Emílio Goeldi mais uma vez presenteia seu público com uma nova edição do Destaque Amazônia. Matérias sobre novas espécies de lagartos amazônicos, a relação entre mamíferos e a dinâmica florestal, os conhecimentos do povo Caiapó sobre a fauna e flora e a história dos estudos sobre répteis na região compõem a edição quarenta e sete do informativo.

A matéria principal da edição apresenta a pesquisa desenvolvida por Annelise D´Angiolella, realizada no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Zoologia, mantido em parceria entre o Museu Goeldi e a Universidade Federal do Pará. A nova mestra analisou características moleculares e morfológicas como a quantidade de escamas, a cor do papo e o tamanho do corpo para elevar cinco subespécies ao status de espécies dentro do grupo de lagartos Anolis chrysolepis.

PESQUISA REVELA CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS EM PONTOS CENTRAIS DO RIO

Pesquisa investiga efeitos da poluição do ar no Túnel Rebouças e na Av. Brasil


Débora Motta/FAPERJ

    Fotos: Divulgação/Uerj 
        
    Funcionários observam Amostrador de Grande Volume instalado
    no Túnel Rebouças (à esquerda) e na Avenida Brasil (à direita)
  

A poluição do ar provocada por automóveis é um grande desafio ambiental para os habitantes das metrópoles. No Rio, o intenso fluxo de veículos é o principal responsável pela emissão de gases tóxicos na atmosfera da cidade. De acordo com o Relatório Anual de Qualidade do Ar do Estado do Rio de Janeiro, do Instituto Nacional do Meio Ambiente (Inea), de 2009, as fontes móveis – como carros, caminhões e ônibus – emitem 77% do total de poluentes lançados na atmosfera na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, enquanto as fontes fixas – entre elas, as fábricas – representam apenas 23%. Para fazer um diagnóstico da qualidade do ar em pontos-chave do tráfego carioca, uma pesquisa da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) com apoio da FAPERJ, por meio do edital Estudo de Soluções para o Meio Ambiente, está monitorando dois importantes locais de passagem de veículos no Rio: o Túnel Rebouças e a Avenida Brasil.

BACIA DO MATA FOME SOB AMEAÇA

Falta de saneamento é um dos principais problemas
da área da Bacia do Mata Fome




 UFPA/JORNAL BEIRA DO RIO
São as regiões pobres do Brasil as que mais sofrem com a falta de saneamento básico. É o que diz a Síntese de Indicadores Sociais (SIS 2010) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda segundo o relatório, a Região Norte divide com o Nordeste o posto de pior saneamento do País. Em 2009, apenas 13,7% dos domicílios urbanos do Norte possuíam os serviços de abastecimento de água, rede de coleta de esgoto e coleta de lixo, ao mesmo tempo. Entre os mais pobres, com renda de até meio salário mínimo, essa taxa não chega a 10%. 

Em Belém, a falta de saneamento básico pode ser observada em lugares como a Bacia do Mata Fome, um território localizado ao norte da cidade, abrangendo os bairros Benguí, Parque Verde, Pratinha, São Clemente e Tapanã. É nessa área que o Laboratório de Recursos Hídricos e Meio Ambiente (LARHIMA), da Faculdade de Geologia da UFPA, desenvolve o Projeto "Os Recursos Hídricos e a Qualidade de Vida na Bacia do Mata fome, Belém/PA: doenças de veiculação hídrica e o contexto geo-socioambiental." A bacia hidrográfica de 5,3 km² tem como principal afluente o Igarapé Mata Fome.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

BAIXO TEOR DE FERRO UMA DAS CAUSAS DA ANEMIA

Sal de mais e ferro de menos

Sal de mais e ferro de menos Estudo indica que alimentos sólidos preparados para crianças entre 6 e 18 meses apresentam quantidade de sódio excessiva e insuficiência de ferro (Wikimedia)

Por Alex Sander Alcântara/Agência FAPESP

 A partir do sexto mês de vida, crianças nutridas somente com leite materno precisam também passar a se alimentar com alimentos sólidos preparados em casa.
 
Ao analisar amostras de alimentos de 78 lactentes, entre 6 e 18 meses, um estudo publicado no Jornal de Pediatria indica que eles apresentaram em geral baixo teor de ferro, mas quantidade excessiva de sódio. 

A GRANDE BARREIRA DE CORAIS IV

Parque Marinho Grande Barreira de Corais

Mergulhadores encontram vida marinha abundante nas franjas dos recifes
© Island Effects / iStockphoto
Mergulhadores encontram vida marinha abundante nas franjas dos recifes
Com a invenção do mergulho autônomo do scuba (aparelho de respiração para mergulhadores), em 1943, o tráfego para a Grande Barreira de Corais cresceu. Adicione a isso a pesca excessiva, a mineração de calcário e a perfuração de petróleo e você vai entender por que a Austrália transformou a Grande Barreira em parque marinho em 1975.

O governo federal e o governo do Estado de Queensland trabalham juntos para gerenciar os assombrosos 344,4 mil km2 do parque. A administração do Parque Marinho Grande Barreira de Corais é responsável por proteger os recifes.

Apesar de o parque não incluir a seção mais ao norte dos recifes, ele é a maior área marinha protegida do mundo. Além dos recifes em si, o parque engloba várias outras comunidades marinhas, incluindo mangues, estuários, áreas de plantas marinhas e canais do mar profundo.

Quando o parque marinho foi criado, os administradores o dividiram por zonas específicas e descreveram que atividades poderiam ou não ser realizadas nelas. As zonas variavam de zonas de uso geral, onde pescar, nadar, navegar e a maioria das outras atividades eram permitidas, a zonas de pesquisa científica, proibidas a qualquer pessoa que não fossem os pesquisadores envolvidos. Com o aquecimento global e os relatos de que as populações animais estavam declinando, o governo australiano decidiu rever a configuração do parque.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

GESTÃO DE RESÍDUOS NA UNB

UnB vai construir Unidade de Tratamento de Resíduos Químicos
Obra pioneira em Brasília já foi licitada e deve ficar pronta em 90 dias. Estação vai reduzir gastos e impactos ambientais e permitir armazenamento adequado do material descartado por laboratórios

João Campos - Da Secretaria de Comunicação da UnB
Reprodução/UnB Agência
UnB terá primeira unidade de tratamento de resídos sólidos da capital

A Universidade de Brasília vai construir a primeira Unidade de Tratamento de Resíduos Químicos da capital. As obras da primeira etapa do projeto, que permitirá um armazenamento adequado das substâncias tóxicas e mais segurança para os funcionários envolvidos no trato do material descartado por laboratórios, já foram licitadas e devem ser concluídas em 90 dias. A iniciativa, que faz parte da política de meio ambiente da UnB, ainda reduzirá gastos e impactos ambientais da instituição.
Toda semana, cerca de 500 kg de resíduos químicos e biológicos são coletados na UnB, segundo estimativa da Comissão para Gestão de Resíduos Químicos. Reagentes, ácidos, sais e uma infinidade de substâncias que não podem ser descartadas de qualquer forma pelo seu potencial tóxico estão entre a montanha de dejetos vinda, principalmente, dos laboratórios espalhados pelos quatro campi da Universidade.
Hoje, o trato desses resíduos é feito de forma limitada e em galpões improvisados próximos ao Hospital Veterinário, na avenida L4 Norte. “As condições são longe da ideais”, conta o presidente da comissão responsável pelo material, Eduardo Ferreira. Tonéis que armazenam os líquidos estão enferrujando por estarem expostos ao sol e chuva. No ambiente apertado e sem separação física não é possível nem mesmo instalar uma tomada para o uso de máquinas no processo, por questões de segurança.
A realidade deve mudar com a inauguração da nova unidade, prevista para fevereiro de 2011. O prédio, que terá 107 m² de área construída, contará com um galpão de armazenamento de resíduos e uma área para carga e descarga de veículos. “Será um espaço aberto, mas coberto e com um pequeno escritório que servirá de sede para a comissão”, detalha Eduardo. Segundo o Químico, o local vai oferecer um armazenamento adequado para as substâncias e mais segurança para os funcionários.

MEMÓRIAS DO AÇUCAR

USP promove curso para idosos em Santos

USP promove curso para idosos em Santos
Base Avançada do Engenho São Jorge dos Erasmos da USP promove curso sobre história do açúcar (foto: USP)

Memórias do açúcar: história, vivências e receitas é o título do curso que a Universidade de São Paulo (USP) promoverá na Base Avançada de Cultura e Extensão Universitária do Engenho São Jorge dos Erasmos, em Santos, no litoral paulista.
O curso é gratuito e será ministrado pela diretora do Engenho, a professora Vera Lucia Amaral Ferlini, nos dias 6, 20 e 27 de novembro, das 14h às 17h.

A GRANDE BARREIRA DE CORAIS III

Peixes da Grande Barreira de Corais e outros animais

A localização tropical é ideal não apenas para os 2 milhões de turistas que visitam a Grande Barreira de Corais anualmente [fonte: Governo australiano]. O sol e as águas quentes, rasas e limpas são perfeitas para o crescimento dos corais. E onde há abundância de coral saudável, você pode apostar que há muitas outras vidas marinhas também. Os recifes hospedam mais espécies animais do que qualquer outro ecossistema marinho [fonte:Microsoft Encarta].

Nadibrânquio, ou lesma do mar, é um das muitas espécies de moluscos que habitam os recifes da Grande Barreira
© Olga Khoroshunova / iStockphoto
Nudibrânquio, ou lesma do mar, é um das muitas espécies de moluscos que habitam os recifes da Grande Barreira

sábado, 6 de novembro de 2010

A GRANDE BARREIRA DE CORAIS - II

Tipos de corais na Grande Barreira de Corais

Embora seja chamada de "Grande Barreira de Corais" e seja geralmente referida simplesmente como "o recife", ambos os títulos estão equivocados. Os nomes sugerem a existência de uma única barreira de recifes, mas o ecossistema mesmo é feito de um diferente número de corais - dos quais apenas alguns são verdadeiras barreiras de corais. O resto é uma combinação de barreira, franjas, plataformas e atóis. Não sabe qual é qual? então vejamos:
  • Barreiras de corais se formam ao londo da bordas mais distantes de uma plataforma continental (a borda submersa de um continente) e são separadas da terra por uma laguna grande e profunda. Elas imitam a linha costeira e, às vezes, irrompem a superfície da água em suas áreas mais rasas.
  • Recifes em franja se parecem com barreiras de corais por também estarem paralelas à linha costeira, mas elas  ficam mais perto da praia. Elas delimitam ilhas ou se estendem para fora do continente e são separadas da terra apenas por uma laguna estreita e rasa.
  • Plataformas e atóis são pequenos e isolados recifes que crescem no topo de uma plataforma continental, geralmente sob montes subaquáticos que fornecem uma boa superfície para o crescimento do coral. As plataformas de recife tendem a ser ovais em forma e ter entre 3 km e 10 km de comprimento. Os atóis são menores e mais rasos que as plataformas de recifes.
  • Recifes em tira são recifes longos e estreitos (daí o nome tira) que se desenvolvem ao longo da borda de uma plataforma continental. Esses recifes não têm uma laguna. Eles podem ter até 25 km de comprimento, mas apenas 500 de largura.
Recifes com corais que despontam na superfície das águas rasas da Grande Barreira
Cortesia da administração do Great Barrier Reef Marine Park
Recifes com corais que despontam na superfície das águas rasas da Grande Barreira
 

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A GRANDE BARREIRA DE CORAIS

SAIBA TUDO SOBRE A GRANDE BARREIRA DE CORAIS


A Grande Barreira de Corais, na Austrália, é formada pro 3.000 recifes, 600 ilhas e 400 espécies de corais
© Jason Field / iStockphoto
A Grande Barreira de Corais, na Austrália, é formada por 3.000 recifes, 600 ilhas e 400 espécies de corais


Os primeiros exploradores viam a Grande Barreira de Corais não como uma maravilha natural, mas como um labirinto. A coleção de mais de 3.000 recifes e 600 ilhas ao longo da costa nordeste da Austrália provocou muitos naufrágios antes de ser mapeada nos anos 1800 [fonte: governo australiano]. 

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

PREVENÇÃO DE ACIDENTES

Folhetos alertam sobre ferimentos causados por peixes em rios do Pontal 
Material servirá para orientação de pescadores, turistas e profissionais da Saúde  
 PORTAL DA UNESP

Haddad e peixes pintados. Ferrões laterais causam lesões graves e dolorosas
Alunos e professores da Faculdade de Medicina (FM), câmpus de Botucatu, prepararam folhetos para alertar e orientar pescadores profissionais e esportivos dos acidentes causados por peixes nos rios Paraná e Paranapanema, entre as fronteiras dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná.

O material será distribuído no mês de novembro para as comunidades pesqueiras de toda a região dos rios e para turistas.
Os fôlderes trazem informações sobre os primeiros cuidados para os ferimentos causados por arraias fluviais, mandis, bagres e outros peixes, segundo o dermatologista Vidal Haddad Júnior, professor responsável pelo projeto. Eles também orientam os médicos da saúde pública local sobre intervenções cirúrgicas nos casos mais graves.

ARQUEOLOGIA E CIÊNCIA FORENSE

Estudos com dentes de múmia abrem
frente para arqueologia e ciência forense
Trabalho sobre fuorose também pode enriquecer
investigações nas áreas da antropologia e da paleontologia
Durante estudo sobre fuorose, a dentista Isabel Maria  Porto,  da  Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Unicamp,  constatou  que  proteínas de  esmalte  de  dentes  de múmias podem contribuir para informações sobre a idade e condições ambientais  de  fósseis,  além  de  identificação de  sexo  em  casos  judiciais. A  pesquisa  da  dentista,  feita  com múmias peruanas, pode enriquecer investigações nas áreas de ciência forense,  antropologia,  arqueologia e paleontologia.

De acordo com a pesquisadora,  a  técnica  permitiu caracterizar  e  sequenciar  os  aminoácidos de amelogenina (proteína presente no esmalte dos dentes), que possui  diferentes  sequências  nos cromossomos sexuais X e Y. 

ARTE NA ESCOLA

Programa valoriza a arte na escola


Em agosto, foi a vez dos alunos da Escola Estadual
Barão do Rio Branco conhecerem o acervo da Funai


por Yuri Rebêlo
foto Alexandre Moraes










da UFPA/JORNAL BEIRA DO RIO

O estímulo à criatividade torna os seres humanos mais inovadores e ousados em vários aspectos: seja como um executivo criativo nas manobras econômicas, seja como um jogador de futebol capaz de passes improváveis, seja como um escritor de romances bem tramados. E esse estímulo começa ainda na infância, fase em que os pais e a escola desempenham papel fundamental.  Por essa razão, o ensino da Arte é tão importante nas séries iniciais da educação básica. Para facilitar este aprendizado, a Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio da Faculdade de Artes Visuais (FAV), desenvolve o Programa "Arte na Escola".

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

PERFIL DOS IANOMANIS

Galerias


Os Ianomâmis

São índios que habitam o Brasil e a Venezuela. No Brasil somam 15 mil pessoas distribuídas em 255 aldeias relacionadas entre si em maior ou menor grau.

A noroeste de Roraima estão situadas 197 aldeias que somam 9.506 pessoas e a norte do Amazonas estão situadas 58 aldeias que somam 6.510 pessoas (Fundação Nacional de Saúde, setembro de 2006).

Na Venezuela somam cerca de 12.000 pessoas residentes no sul dos Estados Bolívar e Amazonas.

No Brasil as aldeias ianomâmis ocupam a grande região montanhosa da fronteira com a Venezuela, numa área contínua de 9.419.108 hectares. Uma grande invasão garimpeira do território ianomâmi se deu no período de 1987 a 1992 em que estima-se a ocorrência de 1.500 mortes entre aquela população indígena.

A Terra indígena ianomâmi foi homologada pelo presidente Fernando Collor em 25 de maio de 1992.

A palavra ianomâmi significa ser humano, enquanto que napë é a designação geral para o estrangeiro, o não ianomâmi. (Texto: Wikipédia em português)

ENFERMEIRA SUIÇA INICIA TRABALHO NA AMAZÔNIA

A enfermeira suíça a serviço dos índios Ianomâmis

Integrantes da comunidade Yanomami da região fronteiriça entre Brasil e Venezuela.
Legenda: Integrantes da comunidade Yanomami da região fronteiriça entre Brasil e Venezuela. (Sylvie Petter)
Por Sergio Ferrari, swissinfo.ch

Sylvie Petter, uma enfermeira suíça especializada em medicina tropical, inicia uma nova etapa profissional na Amazônia brasileira como voluntária da E-Changer, ONG suíça dedicada ao apoio de projetos de desenvolvimento no Terceiro Mundo.

BIODIVERSIDADE

Açores têm 42 «áreas importantes para as aves»

viagens acores gratuitas

Biodiversidade da ilha é reconhecida mundialmente


O arquipélago dos Açores possui 42 zonas terrestres e marinhas consideradas «Áreas Importantes para as Aves», identificadas num projecto pioneiro que permitiu elaborar um mapa mundial com mais de 10 mil locais de importância especial para a biodiversidade. 

MAPEAMENTO DA FAUNA AMAZÔNICA

Do Tapajós a Mamirauá, a ecologia de espécies as mais diversas
Ciência e formação de recursos humanos no mapeamento da fauna amazônica


Agência Museu Goeldi 

Ecologia e taxonomia de espécies amazônicas. De abelhas a peixes, passando por mamíferos e quelônios, além de moscas, borboletas e aranhas, diversas são as espécies e também as microrregiões contempladas pelos estudos apresentados no Seminário do Programa de Pós-Graduação em Zoologia, parceria entre o Museu Goeldi e a Universidade Federal do Pará, que aconteceu em Belém ao longo de toda a semana.

EFICÁCIA DA CHUVA ARTIFICIAL É QUESTIONADA

Estudo questiona validade da chuva artificial

Estudo questiona validade da chuva artificial
Cientistas israelenses analisam dados de 50 anos e concluem que pulverização de nuvens com produtos químicos não aumenta a precipitação (reprodução)

Agência FAPESP 

Um novo estudo indica que a pulverização de nuvens para a produção “forçada” de chuva não funciona tão bem como se imaginava.

Em muitas áreas do mundo, como o sertão nordestino, a chuva é um recurso raro e precioso. Para estimular a precipitação, há décadas tem se experimentado semear as nuvens com produtos químicos, como iodeto de prata ou dióxido de carbono congelado (gelo seco).

Há muitos defensores do método, que já teve usos famosos, como em 2008 nos Jogos Olímpicos de Pequim, quando grande quantidade de partículas foi pulverizada em nuvens para que chovesse antes – e não durante – as provas esportivas.

Mas, de acordo com a nova pesquisa, feita por cientistas do Departamento de Geofísica da Universidade de Tel Aviv, em Israel, o mecanismo não é eficiente. Os resultados foram publicados na revista Atmospheric Research.

O estudo analisou dados sobre pulverização de nuvens nos últimos 50 anos, detendo-se particularmente nos efeitos da atividade em uma área no norte de Israel.

O grupo comparou estatísticas de períodos sem pulverização e com pulverização, bem como a precipitação em áreas adjacentes e em que não houve tentativas de produção de chuvas.

“Ao comparar as estatísticas de chuva com períodos de pulverização, conseguimos ver que os aumentos na precipitação ocorreram ao acaso. Os aumentos foram devidos a mudanças de padrões climáticos e não à semeadura de nuvens”, disse Pinhas Alpert, um dos autores do trabalho.

O mais destacado foi um período de seis anos de aumento na precipitação, que se acreditava ter sido um bem-sucedido resultado da chuva artificial. Pinhas e colegas verificaram que a elevação correspondeu à manifestação de um tipo específico de ciclone, consistente com o aumento de chuvas sobre as regiões montanhosas em Israel que foram pulverizadas.

Os pesquisadores observaram que no período também houve um aumento nas chuvas sobre os montes da Jureia, área na qual não foi feita a semeadura de nuvens.
Apesar de ser um método caro, há atualmente mais de 80 projetos de pulverização de nuvens em andamento no mundo, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.

Apesar das iniciativas, segundo Pinhas não há, até o momento, provas de que o método realmente funciona. A exceção, ressalta o cientista, é se a semeadura for feita em nuvens orográficas, que são formadas sobre montanhas e duram pouco.

O artigo Reassessment of rain enhancement experiments and operations in Israel including synoptic considerationsAtmospheric Research em http://dx.doi.org/10.1016/j.atmosres.2010.06.011. (doi:10.1016/j.atmosres.2010.06.011), de Pinhas Alpert e outros, pode ser lido por assinantes da
 



 

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

ACIDIFICAÇÃO DOS OCEANOS DESORIENTA PEIXES

Acidificação do oceano faz com que peixe-palhaço vire presa fácil

Estudo mostrou que conforme aumenta concentração de dióxido de carbono na água, larvas de peixe ficam mais desorientadas

Maria Fernanda Ziegler, iG São Paulo Foto: Getty Images

Estudo mostrou que acidificação dos oceanos deixa peixes-palhaço desorientados

EVENTO EM MANAUS

Encontro Nacional vai discutir Biologia Urbana em Manaus
Evento vai tratar dos problemas urbanos (Foto: Ricardo Oliveira)
O Centro Universitário Nilton Lins (Uninilton Lins) se prepara para promover, em Manaus, o 3º Encontro Nacional de Biologia Urbana e o 5º Encontro Regional de Biologia Urbana.  Com o tema “Conservação e Biodiversidade”, o evento está previsto para acontecer no período de 9 a 12 de novembro de 2010 e contará com a participação de palestrantes da Universidade do Texas (EUA) - polo  de referência no assunto - além de minicursos e apresentações de trabalhos.

O PLANETA TERRA PODE NÃO SER O ÚNICO

Planetas como a Terra podem ser comuns

Planetas como a Terra podem ser comuns
Análise de 166 estrelas a até 80 anos-luz conclui que de cada 100 parecidas com o Sol 23 teriam planetas com tamanho semelhante ao da Terra

Agência FAPESP

A busca por planetas parecidos com a Terra tem tudo para se mostrar altamente frutífera. Um novo estudo aponta que sistemas como o Solar são comuns e que quase um quarto de todas as estrelas como o Sol podem ter planetas de tamanho semelhante ao da Terra.