Governador Alberto Goldman assinou decreto durante evento em São Bento do Sapucaí
foto- Bauzinho, Baú e Ana Chata
da SMA
Após três longos anos de processo, discussão pública, estudos e análises, nessa segunda-feira, 27.12, o governador Alberto Goldman assinou o decreto de criação do Monumento Natural da Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí. Também participaram da solenidade o secretário estadual do Meio Ambiente, Pedro Ubiratan Escorel de Azevedo e o prefeito Ildefonso Mendes Neto. A área de 3.154 hectares será administrada pela Fundação para a Conservação e a Produção Florestal do Estado de São Paulo – FF, vinculada à Secretaria do Meio Ambiente – SMA.
Pedra do Baú
foto- Bauzinho, Baú e Ana Chata
da SMA
Após três longos anos de processo, discussão pública, estudos e análises, nessa segunda-feira, 27.12, o governador Alberto Goldman assinou o decreto de criação do Monumento Natural da Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí. Também participaram da solenidade o secretário estadual do Meio Ambiente, Pedro Ubiratan Escorel de Azevedo e o prefeito Ildefonso Mendes Neto. A área de 3.154 hectares será administrada pela Fundação para a Conservação e a Produção Florestal do Estado de São Paulo – FF, vinculada à Secretaria do Meio Ambiente – SMA.
Pedra do Baú
![[2808309567_ef47a824e3_m.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzEdIx3OFXUtFVrSWmKbmd2DS2IkXkPPtZO22n_dlcQWXy6x8egBK7F7C0gTxk9sDbuv-fedsbXo_Atar1Thji6E79g0L9ry3rhelucd-Y_VlzcN9neKS0RnfrF1y3V3joXi1yf0hPtzfw/s400/2808309567_ef47a824e3_m.jpg)



ZSEE de Mato Grosso – Proposta prevê exclusão de áreas indígenas não homologadas para dar lugar à expansão do agronegócio
O controvertido processo de desconfiguração do Zoneamento Socioeconômico Ecológico de Mato Grosso, transformado num Zoneamento ruralista que desconheceu 20 anos de estudos técnicos e um amplo processo de debate da sociedade mato-grossense, atingiu nas últimas semanas uma gravidade maior. Formatado de maneira unilateral para dar suporte aos interesses do agronegócio, eliminou pontos básicos como a manutenção de áreas de elevado potencial florestal, a proteção dos recursos hídricos (especialmente, na região das nascentes do Xingu e do Alto Paraguai), a possibilidade de criação de unidades de conservação, o planejamento de áreas de promoção da agricultura familiar e, de modo geral, os direitos das populações indígenas, extrativistas e quilombolas.