quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

LICENCIAMENTO FACILITADO E FISCALIZAÇÃO ZERO

A pendenga do incinerador de Laguna-SC
Ana Echevenguá

Estamos em 2011. E pouco mudou em relação às ilegalidades cometidas pelo órgão ambiental catarinense – FATMA. A regra do jogo ainda é Licenciamento-Facilitado e Fiscalização-Zero. Com isso, várias empresas investem em SC porque sabe que, aqui, podem ganhar muuuito dinheiro sem se preocupar com a destruição socioambiental que provocam.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

CHUVAS REPETEM ESCRITA DE TODO ANO


Chuva em SP já atingiu 93% do esperado para janeiro

do Correio do Brasil
  Redação, com ABr - de São Paulo
Em apenas 11 dias, o volume acumulado de chuvas em janeiro já soma 221,2 milímetros (mm), o equivalente a 93% do total estimado para o mês inteiro (239mm), segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), órgão da prefeitura.
Só entre o final da noite de segunda-feira e início da madrugada desta terça-feira, o volume de chuva na cidade chegou a 68,8 mm, o que causou 125 pontos de alagamento, além de casos de soterramento e desmoronamento de residências. Até o final da manhã, foram registradas quatro mortos na capital paulista e, em todo o Estado, 13 mortes.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A CASA DO FUTURO

Poluição zero na casa do futuro

A casa do futuro fica perto da Escola Politécnica de Zurique, na colina de Höngg
A casa do futuro fica perto da Escola Politécnica de Zurique, na colina de Höngg (swissinfo)

Por Alessandra Zumthor, swissinfo.ch

Uma bomba de calor de nova geração combina uma série de dispositivos para armazenar o calor no verão e usá-la novamente durante o inverno. 


A tecnologia, desenvolvida por um professor da Escola Politécnica Federal de Zurique, pode até ser usada sem problemas em casas mal isoladas.

Especialista no ensino da tecnologia da construção no departamento de arquitetura da ETH Zürich, a Escola Politécnica Federal de Zurique, o Professor Hansjürg Leibundgut também é empresário a tempo parcial. Dessa forma, pode facilmente combinar os aspectos teóricos e práticos de sua paixão.

Nos últimos anos, tem desenvolvido um projeto de habitações multifamiliares (batizado "Projeto B35") que consegue, através da combinação de diferentes técnicas, armazenar o calor subterrâneo durante o verão e depois recuperá-lo quando está frio. Um protótipo está sendo construído na colina de Höngg, em Zurique, perto da Politécnica.

SEA SHEPHERD COMEÇA O ANO PERSEGUINDO BALEEIRAS - VEJA VÍDEO

Dançando com máquinas mortíferas no fim do mundo

Sábado, 1 de Janeiro de 2011
Oceano antártico – 62 graus 30 minutos sul & 147 graus 25 minutos oeste 1100 horas
AEST
 A tripulação do Yushin Maru No 2 usa suas mangueiras de alta pressão de água para combater a Sea Shepherd
“Que ótima forma de começar o ano novo”, afirmou o capitão do Gojira, Locky MacLean, do Canadá. “Nossas três embarcações dançando perigosamente entre os blocos de gelo fechados em confronto com os três navios arpoadores da frota baleeira japonesa. Isto é tanto mortal quanto lindo. Mortal por causa do gelo e pela hostilidade dos baleeiros, e lindo por causa do gelo e pelo fato destes três navios assassinos não estarem matando baleias enquanto estão preocupados em conflito conosco.”

O RIO NAS LETRAS DE UM FOTÓGRAFO



O emissário de Ipanema: joga esgoto em Natura no mar próxima às Ilhas Cagarras (foto: Carlos Secchin)
Mar urbano. Uma visão submarina do Rio
Carlos Secchin*   

Quando, há cerca de 15 anos, iniciamos as tomadas das imagens submarinas para o projeto de um documentário dirigido pelo fotógrafo, biólogo e mergulhador Ricardo Gomes – focando todo o tipo de mergulho realizado nas águas rasas e profundas que envolvem o Rio –, não imaginávamos que a Cidade mudaria tanto. 

Houve alterações radicais nos perfis de ocupação das encostas, na salubridade da água do seu entorno (rios, lagoas e praias) e quanto às espécies marinhas de valor comercial, tão ameaçadas que caíram a níveis preocupantes de sobrevivência. 

FONTES RENOVÁVEIS DE ENERGIA

 Energia eólica deve crescer 320% na próxima década
Torre de captação de energia eólica (Foto: Divulgação)
Com preço mais baixo, o grande potencial eólico brasileiro começa a sair do papel. A Projeção da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) aponta que a capacidade instalada das usinas movidas por ventos crescerá 320% ao longo desta década. Atualmente, as usinas eólicas instaladas somam 930 MW espalhados por 50 parques. As hidrelétricas, principal fonte de geração do País, têm 110.000 MW instalados.

SIM, É POSSÍVEL


Família prova que é possível produzir pouco lixo

do Correio do Brasil
 Redação, com BBC


Uma família britânica diz ter conseguido produzir apenas uma sacola de lixo em todo o ano de 2010.

O casal Richard e Rachelle Strauss e a filha Verona, de 9 anos, reciclam praticamente tudo, plantam grande parte da própria comida e transformam restos de alimento em adubo.
Além disso, eles compram produtos diretamente de produtores locais para evitar embalagens em excesso e quando vão ao açougue, por exemplo, eles levam os próprios recipientes.

sábado, 8 de janeiro de 2011

POLUIÇÃO URBANA

 Qual porcentagem da poluição do ar é devida aos carros?

Os carros são responsáveis por produzir metade dos poluentes
© iStockphoto.com /YinYang
Os carros são responsáveis por produzir metade dos poluentes
Os motores dos veículos emitem uma série de poluentes. Talvez o mais prejudicial seja a combinação de material orgânico e substâncias inorgânicas. Poeira, terra, ácidos, metais e químicos orgânicos são alguns dos componentes dessas partículas que ficam suspensas.

 A maioria dessas coisas é realmente pequena, e quanto menor a partícula, mais prejudicial ela é; partículas cujos diâmetros são menores do que 10 micrômetros são capazes de entrar nos pulmões

Uma vez nos pulmões, essas partículas em suspensão também podem causar sérios problemas para o coração. O dióxido de nitrogênio, produzido quando o combustível é queimado em altas temperaturas, também pode trazer problemas – em altas concentrações ele pode danificar seus pulmões e causar dores no peito.

Compostos orgânicos voláteis (mais conhecidos como COVs) também são encontrados na poluição do ar, e eles são tão perigosos como o nome sugere. Ao contrário das partículas em suspensão e alguns outros poluentes conhecidos, os COVs não têm gosto, cheiro ou cor. Eles são conhecidos como “voláteis” porque evaporam facilmente em temperatura ambiente. Alguns COVs como o benzeno são cancerígenos conhecidos. Embora esses compostos sejam produzidos principalmente através de meios industriais, os veículos os liberam quando queimam o combustível. E há liberação de compostos orgânicos voláteis até mesmo no interior dos veículos.

LÂMPADAS ECONÔMICAS SERÃO PRIORIDADE


Lâmpadas incandescentes devem ser retiradas do mercado até 2016

DO Correio do Brasil
  Por Christina Machado, com Abr - de Brasília
As lâmpadas incandescentes comuns serão retiradas do mercado paulatinamente até 2016. Portaria interministerial de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio regulamentando a retirada foi publicada no Diário Oficial da União. A finalidade é que elas sejam substituídas por versões mais econômicas.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

VIDEO: OS CARAMUJOS E O MEIO AMBIENTE



VEJA A MATÉRIA SOBRE OS CARAMUJOS E O MEIO AMBIENTE EM www.colunadosardinha.wordpress.com

RIO MAPEIA ÁREAS DE RISCO


Rio termina mapeamento de áreas de risco de deslizamento na cidade

6/1/2011 12:44,  Por Redação, com ARN - do Rio de Janeiro
A Prefeitura do Rio anunciou nesta quinta-feira a conclusão de um inédito mapeamento geotécnico (parte da geologia que estuda propriedades dos solos e rochas em função de projetos de construção) que apontou que cerca de 21 mil imóveis em 117 comunidades da cidade estão em áreas consideradas de alto risco.

MIMETISMO CONFUNDE PREDADORES


Espécies diferentes de peixes adotam mesma aparência para evitar predadores

 Redação do Correio do Brasil, com Agência Fapesp - de São Paulo
Na maior parte dos rios na América do Sul é comum encontrar grupos de pequenos cascudos – conhecidos entre os aquaristas como “limpa fundo” – que, à primeira vista, parecem iguais. Mas, apesar de muito parecidos, não pertencem à mesma espécie, segundo estudo publicado na edição desta quinta-feira da revista Nature.
A pesquisa, feita por cientistas do Brasil e do Reino Unido, revelou que comunidades de cascudos, ainda que possuam exemplares com padrões e cores praticamente idênticas, podem conter três ou mais espécies diferentes.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

CASA BRANCA INSTALA PAINÉIS SOLARES

A Casa Branca vai ficar mais verde


Alessandra Correa | BBC Brasil
Mais de 20 anos depois, a Casa Branca vai voltar a ter um conjunto de painéis solares em seu telhado.
Ao fazer o anúncio, nesta terça-feira, o secretário de Energia, Steven Chu, disse que a residência oficial do presidente americano deve ser símbolo não apenas "da liberdade e da democracia", mas também do comprometimento do país com um futuro de energia limpa.

ENCHENTES NA AUSTRALIA VISTAS DO ESPAÇO


As cheias na Austrália vistas pela NASA

A cidade «isolada» de Rockhampton foi fotografa pelo ASTER




O ASTER propriedade da NASA, Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer, captou imagens inéditas das cheias na Austrália.

Nas fotos podemos observar a cidade de Rockhampton isolada. A zona a vermelho é vegetação e os tons mais claros é água.




quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

POR UM FIO DE CABELO

Testes revelam como cosméticos, em muitos casos, danificam o cabelo
© RITA WAGNER/LME-IFUSP
Danos evidentes: lavagem com xampu acelera destruição das cutículas

Enrolado em forma de concha, o penteado da atriz Kim Novak em Um corpo que cai é um ícone do poder de sedução do cabelo. No suspense de 1958 de Alfred Hitchcock, seu coque louro-platinado arrebatou o coração do detetive interpretado por James Stewart, em uma cena que não se restringe às telas de cinema. No mundo todo cabelos fartos e brilhantes atraem a atenção de homens e mulheres e são considerados símbolo de juventude, saúde e poder – inclusive por pesquisadores brasileiros que começam a descobrir como os cosméticos agem sobre os fios. 


Assim como o personagem bíblico Sansão perdeu sua força descomunal quando Dalila mandou cortar-lhe os cabelos, a queda progressiva dos fios reduz a auto-estima, faz as pessoas se sentirem menos atraentes e as torna socialmente retraídas – problema que, segundo estudos europeus, afeta mais intensamente as mulheres e os homens mais jovens. Além da importância para o bem-estar psicológico, comenta a dermatologista Fabiane Mulinari Brenner, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o cabelo está impregnado de significados socioculturais.

CIÊNCIA E PESQUISA

A Ciência está em alta
Foto: Divulgação
 Dizer da importância da Ciência na vida de um país é chover no molhado.

 Acentuar o fato de que, por trás de um país rico, poderoso e de economia competitiva, há sempre uma forte e consolidada política científica, tecnológica e inovadora é, igualmente, bater na mesma tecla. Não creio que alguém razoavelmente informado não tenha conhecimento dessas evidências, afinal, os vários exemplos estão diante de nós. A questão, portanto, não está ancorada no mero conhecimento acerca do assunto, mas na convicção, que se sedimenta como cultura, de que não há outra saída. Penso que esse é o caso particular do Brasil e um dos grandes legados do presidente Lula. E não é só isso. 

EXPEDIÇÃO À TERRA DO MEIO

NOS BRAÇOS DA SELVA


Difícil colocar em palavras tudo o que vivi em dez dias durante a III Expedição Científica à Terra do Meio, realizada no início de dezembro de 2010. Passamos cinco dias em uma área remota dentro da mata fechada sabe-se lá há quanto tempo intocada, vista ou pisada por outros seres humanos. Estamos na Terra do Meio, área cujas fazendas de pecuária competem covardemente com o verde ainda exuberante do que resta de floresta amazônica. Os sufocos dos bastidores no início da expedição você conhece.
Após meses de organização, estava tudo pronto para o início da III Expedição Científica à Terra do Meio em dezembro de 2010, resultado de uma parceria entre o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e WWF-Brasil. O destino foi o Parque Nacional Serra do Pardo, considerado pelo Programa Nacional de Diversidade Biológica (Pronabio) uma daritárias para conservação da biodiversidade no estado do Pará.

O parque tem 445 mil hectares e é uma unidade de conservação de proteção integral localizada entre Altamira e São Félix do Xingu, em uma região conhecida como “Terra do Meio”. O parque foi criado em 2005, quando o governo federal criou outras unidades de conservação na região como estratégia para tentar frear o desmatamento no sul do Pará, estado que mais devasta a Amazônia no Brasil.

O objetivo principal da ida à Serra do Pardo era a coleta de dados para subsidiar a elaboração de seu plano de manejo. “A ideia é transformá-lo em uma unidade autosustentável, com atividades que gerem renda e atuem na sua conservação” explica Marcos Rocha, do ICMBio e gestor do parque. “A expedição também é estratégica para a criação de um mosaico de unidades de conservação na Terra do Meio”, complementa Estevão do Prado Braga, da WWF.

Por causa do tempo corrido, a metodologia de pesquisa utilizada foi a Avaliação Ecológica Rápida (AER), capaz de detectar rapidamente bioindicadores e diversidade de espécies. O grupo de cientistas era composto por equipes especializadas em vegetação, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Eles deveriam visitar três bases com características bastante diferenciadas entre si.

Para definir quais seriam as áreas estudadas na Terra do Meio, Roberto Antonelli Filho, coordenador científico das expedições, analisou imagens de satélite e fez 25 horas de sobrevoos. “No parque existe um passivo ambiental grande devido à pecuária e retirada ilegal de madeira”, explica. Em 2005 eram mais de 40 fazelegais dentro de sua área. Com as atividades embargadas, algumas deixaram de existir, outras 17 foram autuadas e atualmente restam cinco ainda ilegais.

A Terra do Meio


A Terra do Meio é uma região do estado do Pará conhecida por suas belezas naturais e por diversos conflitos de terra que resultam em desmatamento. É um paradoxo que reúne em um só território a síntese do que vemos acontecer em outros lugares da Amazônia.


Na região existe um bloco de unidades de conservação (entre federais, estaduais e terras indígenas) que gira em torno de 25 milhões de hectares com baixa densidade populacional e cobertura florestal de 96%, onde se vê diversidade de espécies, ecossistemas e culturas.


No entanto, como ele fica próximo a duas rodovias, a Transamazônica e a BR 163 (Cuiabá-Santarém), ao seu redor existem ramificações que permitem acesso e desmatamento floresta dentro no padrão conhecido como “espinha de peixe”. Na Terra do Meio também existe cultivo de soja, pecuária, mineração, extração ilegal de madeira e grilagem.


Atualmente, a biodiversidade na Terra do Meio está ameaçada pela pavimentação de estradas, além da construção de hidrelétricas como Belo Monte, no rio Xingu. Daí a extrema importância da realização de expedições como essa, em que vemos o poder público agir de mãos dadas com institutos de pesquisa e organizações da sociedade civil pela proteção do que ainda resta de Amazônia nesta região.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

AGORA É LEI

É lei: agora todo mundo tem de reciclar os resíduos que produz

LEI 12.305 de 02 de agosto de 2010
Norma nacional recém-regulamentada prevê multa para quem não separar as sobras.

Desde o dia 1º de janeiro, está em vigor a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos. O objetivo principal é intensificar as ações de educação ambiental para melhorar as condições do meio-ambiente brasileiro. A normal nacional recém regulamentada prevê multa para quem ainda não separa adequadamente as sobras domésticas.

ASTRONOMIA - A VIA LÁCTEA E O SISTEMA SOLAR

Via Lactea: Saiba onde está o Sol e o Sistema Solar dentro da Galáxia! 


Todos sabem que a cada 28 dias aproximadamente, a Lua completa uma volta ao redor da Terra. Também é de conhecimento básico que a Terra, junto com a Lua, executa o movimento de translação ao redor do Sol, que leva 365.25 dias para ser completado. Aliás, não é só a Terra que circunda o Sol, mas todos os planetas, Luas, asteróides e satélites executam esse movimento de translação. 

Via Láctea


O que poucos sabem, no entanto, é que nosso Sol, com tudo que gira ao seu redor, também circunda alguma coisa, mas essa "coisa" está tão longe que nós nem percebemos o movimento. Estamos falando do centro a Via Láctea, ao redor do qual o Sol e mais de 200 bilhões de estrelas giram.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Energia, elemento essencial para a existência da vida e das máquinas

 Divulgação/ECI/IFRJ
        
    À esq.: casa em miniatura mostra o quanto os equipamentos consomem de energia;
    à dir.: réplica de residência que possui célula fotovoltaica para produzir energia solar




     EXPOSIÇÃO PERMANENTE: ENERGIA E VIDA
        Vinicius Zepeda/FAPERJ
 

Em animais, organelas envolvidas no trabalho de respiração celular. Nas plantas, fotossíntese. Para ligar máquinas ou acender luzes, vapor, carvão ou fontes não poluentes como os ventos e os rios. Estas são algumas formas de produção de energia – elemento essencial para o funcionamento dos organismos vivos e máquinas em nosso planeta – apresentadas na exposição Energia e Vida. Em cartaz desde o fim de março de 2010 no Espaço Ciência InterAtiva (ECI) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ, antigo Cefet Química), campus avançado do município de Mesquita, Região Metropolitana da cidade. A exposição, de caráter permanente, foi desenvolvida com auxílio do edital Apoio à Difusão e Popularização da Ciência no Estado do Rio de Janeiro. "Até o momento, entre estudantes, professores e público em geral, a exposição já recebeu mais de três mil visitantes no total, com uma média de trezentas pessoas a cada semana", destaca o coordenador do projeto e atual pró-reitor de extensão do IFRJ Luiz Edmundo Vargas de Aguiar.

Restauração florestal e econômica



Pesquisa aplicou semeadura direta em Áreas de Preservação Permanente
Crédito: Ingo Isernhagen



Estudo obteve eficiente cobertura florestal de áreas degradadas e com custo menor na comparação com o plantio de mudas
Crédito: Ingo Isernhagen


Registro de um indivíduo de lobo-guará na segunda área experimental, dois anos após implantação (fev/2010), Araras, SP
Crédito: Ingo Isernhagen 


da ESALQ
Parte da comunidade científica ligada ao planejamento florestal trabalha com o conceito de que, para restaurar áreas degradadas, não é necessário adotar somente o plantio usual de mudas de espécies nativas. O biólogo Ingo Isernhagen compartilha desse propósito. Inserido no Programa de Pós-graduação em Recursos Florestais da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (USP/ESALQ), Ingo é autor da tese "Uso de semeadura direta de espécies arbóreas nativas para restauração florestal de áreas agrícolas, sudeste do Brasil". Orientado pelo professor Ricardo Ribeiro Rodrigues, do Departamento de Ciências Biológicas (LCB), o pesquisador indica que a semeadura direta pode, em alguns momentos, ser uma dessas técnicas alternativas de restauração florestal. "Entre essas técnicas alternativas podemos citar, além da semeadura direta, a indução e condução da regeneração natural, o transplante de plântulas e bancos de sementes, o adensamento e enriquecimento de florestas com algum grau de degradação, entre outros".

Os Cortiços de Santa Ifigênia: sanitarismo e urbanização

Os Cortiços de Santa Ifigênia Livro mostra processo de urbanização em região no centro da cidade de São Paulo entre os séculos 19 e 20

Agência FAPESP 
O Arquivo Público do Estado de São Paulo lançou, em coedição com a Imprensa Oficial, o livro Os Cortiços de Santa Ifigênia: sanitarismo e urbanização, organizado por Simone Lucena Cordeiro, diretora do Centro de Acervo Permanente do Arquivo.
O livro foi elaborado a partir do Relatório da comissão de exame e inspecção das habitações operárias e cortiços no districto de Sta Ephigenia, documento de 1893 que faz parte do acervo permanente do Arquivo.